Data da publicação: 4 Abril, 2022
Páginas: 88
Idioma: Português
ISBN: 9789899106215
Depósito legal: 494368/22
Género: Poesia
A cassete pirata era um objeto que permitia a livre associação de registos musicais, que escapavam ao formato estereotipado dos álbuns lançados pelas editoras. Barata e efémera, promovia a democracia do ouvido e o caos de estilos e de épocas. Cada indivíduo podia criar, na margem do convencional comércio, uma peça única, pirateando músicas de autores diversos, e podia organizar o universo magnético da fita de acordo com a sua lógica ou com o seu estado de espírito. Cada cassete pirata assim criada era uma impressão digital do seu criador, reproduzindo um mundo sem regras, para vender, dar ou guardar. Esta “Cassete Pirata” guarda em poemas os tipos da rua em que todos vivemos, as pequenas rebeldias quotidianas e os momentos em que somos não sendo. Pode ser lida sem rebobinar.
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
LUCINDA –
Simples mas ao mesmo tempo profundo e muito real. A poesia do nosso dia-a-dia
Lucinda Motta –
Li, reli a “Cassete pirata” e descobri a razão porque teimo em guardar, religiosamente, o walkman da SONY e dezenas de cassetes esquecidas dentro de caixas desbotadas numa prateleira empoeirada da garagem.
Momentos com significado, memórias permeáveis, relatos herméticos.
Obrigada Carmo por seres eternamente uma pirata num navio à procura do Tudo ou do Nada.
E já agora – A fotografia no verso da capa supera a ciência da linguagem.
2 avaliações de Cassete pirata
LUCINDA –
Simples mas ao mesmo tempo profundo e muito real. A poesia do nosso dia-a-dia
Lucinda Motta –
Li, reli a “Cassete pirata” e descobri a razão porque teimo em guardar, religiosamente, o walkman da SONY e dezenas de cassetes esquecidas dentro de caixas desbotadas numa prateleira empoeirada da garagem.
Momentos com significado, memórias permeáveis, relatos herméticos.
Obrigada Carmo por seres eternamente uma pirata num navio à procura do Tudo ou do Nada.
E já agora – A fotografia no verso da capa supera a ciência da linguagem.