Nasceu a 5 de junho de 1964 nas serras beirãs, mas cresceu nas lezírias e vive há décadas em Lisboa, a cidade poética da sua alma. Considera-se a si mesma uma mulher do campo com costumes urbanos. Gosta de pensar, mas investe a sua energia e tempo em deixar de pensar. Kodak do quotidiano é a sua primeira obra publicada, escrita no intervalo dos seus dias submersos em livros difíceis de entender, uma espécie de alívio de viver, de alegria do espanto das coisas simples e autênticas.






