Todos temos um sonho de ser ou fazer algo que nos engrandeça e nos faça sentir a felicidade de sermos nós próprios. Na maioria das vezes, esses sonhos são incompreendidos e invalidados logo à nascença pela falta de orientação e de apoio, por vezes de quem nos é mais próximo.
Esta história é uma história de alento e coragem. Pretende fazer refletir e servir de inspiração a todos os que desejam a felicidade de assumir a sua singularidade e que lutam para que os seus sonhos ganhem vida e se tornem realidade.
Célia Almeida Morais, nascida no Porto no ano de 1975, aos 13 anos mudou-se para Ermesinde, mantendo uma forte ligação à cidade onde nasceu e passou a sua infância. Mãe de um jovem de 18 anos e de uma menina de 10 anos, cedo começou a interessar-se por histórias e pela escrita, mas foi para os filhos que começou a escrever histórias encantadas. Com três livros infantis já publicados, é uma aspirante a novelista com muitas histórias à espera de um final feliz.
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