Que protagonismo desempenhamos nos propósitos da vida? Somos atores ou personagens? As decisões partem de nós ou é o destino que nos comanda?
E o enredo, quem o escreve? O nosso livre arbítrio?
Deus? A nossa consciência?
Raúl, Afonso, Valdevina, Rita e muitos outros procuram respostas nas suas histórias particulares. Um pai que se repete, uma mãe que volta a ser criança, um poeta que se incompatibiliza consigo próprio na sua duplicidade, uma família que se extingue e demais dramas.
No fim, reunidos numa narrativa comum para desenredar os novelos da verdade, descobrem que só na ficção é possível fazer um esboço da vida, apagar e reescrever. Refazem assim o destino encontrando no palco a solução para as suas ânsias.
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