A minha escrita é o que observo em mim, depois de filtrar o mundo. Esteja escrita na primeira, segunda ou terceira pessoa, no plural ou singular, sou eu ali espelhada, eu e o mundo refletido em mim.
E sei que para quem a lê, às vezes, é um murro no estômago, outras, a tomada de consciência de não estar sozinho, a pensar, a ser dessa forma. É um consciencializar de ser compreendido e não estar só nas suas diferenças.
Afinal somos diferentes, mas tão iguais!
E cada leitor tem a vantagem de interpretar cada poema consoante toca o seu coração e são as palavras a serem mais do que simples palavras formando versos, mais do que simples letras formando palavras.
São emoções vivas e latentes.
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Opinião de Leitores
1 Comentários
1 avaliação de A ESCRITA QUE ME LÊ
Avaliação 5 de 5
Laura Sobreira –
Um diagnóstico vivo de quem se dá nas palavras que a lêem!…👏👏 PARABÉNS!🙏🙏
1 avaliação de A ESCRITA QUE ME LÊ
Laura Sobreira –
Um diagnóstico vivo de quem se dá nas palavras que a lêem!…👏👏 PARABÉNS!🙏🙏