Nesta nova viagem que o autor propõe, tudo está fora de ordem, de razão ou alinhamento. A única referência é a ordem alfabética dos temas, podendo estes repetirem-se ou serem únicos na forma, na estrutura e na abordagem.
Para além da crítica social e política, o autor debruça-se sobre si mesmo numa autocrítica, muitas vezes tão contundente como a que faz ao mundo exterior, balançando uma vez mais entre estados de profunda depressão ou de eufórica paixão.
Muitas vezes, o leitor terá de ir à procura do sentido oculto das palavras e das ideias, mas poderá também descontrair num olhar mais popular e brejeiro.
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