Esta obra regista uma transição de modelo do Eu e Família, de religioso a estético. Usa todas as prespectivas que estão disponíveis para a observação da Anatomia e Animação do Eu.
É uma critica ao actual estado da Animação Estética do Eu e Família, dado que muita da estética actual é uma representação ou projecção de comportamentos naturais, alguns deles universais e outros limitados a nós e aos nossos primos mais próximos.
A natureza preocupa-se em continuar, não se preocupa com a felicidade, com a nossa continuidade, com os grupos que formamos e as obras que fazemos.
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