Uma menina que romantizou o amor em tons de azul e rosa. Que se apaixonou e batalhou pelo seu conto de fadas.
Uma mulher, em tempos apaixonada, que se desacreditou do amor. A intensa deceção ceifou-lhe a alma, ficando apenas o corpo a deambular como um louco, sem rumo. O amor passou a ser uma palavra sem essência nem raiz.
Uma história de amores e desamores, uma caminhada sem trilhos, sem rumo nem fim à vista, entre o “para sempre” e o “por agora”, retratada através dos pensamentos e vivências que nos vão sendo confidenciadas pela personagem com a sua escrita.
A fronteira assinalada pela ténue linha demarcando o caos interior e a desilusão de um lado, e a esperança num caminho que não se vislumbra, apenas se sente e se sonha, do outro.
Uma aprendizagem dolorosa e também apaixonante em relação ao amor. A descoberta de que o amor nada mais é que um evoluir de nós próprios, que à nossa volta tudo pode mudar, mas o que nós realmente somos, a nossa essência, a nossa alma, essa felizmente não morre, mas sim amadurece.
E por isso mesmo, vale a pena ver o mar.
“O nosso primeiro beijo, beijaste-me a testa, beijaste-me o rosto, beijaste-me a boca.
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