É sentir um florescer muito bonito que transforma um jovem preso e condenado num jovem com a liberdade de ser quem sempre quis ser. Não só na juventude nos podemos sentir aprisionados, mas existem sempre fases pelas quais temos de passar para nos tornarmos num bater de asas incessante e colorido. Por sentir misericórdia do seu estado, focado num relacionamento recentemente acabado e numa corrente crise de identidade, este jovem decide renovar-se e, por isso, incuba-se para perceber o cerne do seu problema até chegar a uma conclusão: é preciso amar-se a si próprio.
Conheça o autor
Descubra
Opinião de Leitores
Avaliações
Ainda não existem avaliações.
Seja o primeiro a avaliar “A Borboleta que Engoliu um Cardo” Cancelar resposta
Avaliações
Ainda não existem avaliações.