São despretensiosos, descomplicados. São emotivos, com versos francos de sentimentos verdadeiros.
São palavras correntes da vida que desafiam a espontaneidade dos afetos a não se resguardar.
São poemas que, despreocupadamente, se partilham e entregam em diálogo à atenção de quem os souber escutar.
São também um desafio à coragem de cada um de se ouvir, de falar, de se libertar e escrever versos sentidos, sem precaução. Com palavras descuidadas. Sinceras. Dizê-las como sente o coração. Serão arrojo à imperfeição… mas serão, certamente, a liberdade da emoção.
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