a existência não é concreta quando os dinossauros ainda fazem estragos
nem sempre matar o que não existe é mais fácil que matar o que existe
é preciso tentar tentar tentar e talvez ter sorte pedir às estrelas aos astros às fadas às bruxas rezar a deus e ao diabo porque ao lidar com o inexistente é sempre melhor prevenir e não descartar crenças
matar os dinossauros é também sobre desacreditar nas convicções construídas durante uma vida inclusivamente na ideia de que só temos uma oportunidade para viver tudo de todas as maneiras
Nasceu a 26 de julho de 1997. Jornalista, foi também locutora de rádio e projecionista de cinema. Licenciou-se em Comunicação Social, na Escola Superior de Educação de Coimbra (2018), concluiu o mestrado em Cinema, na Universidade da Beira Interior (2020) e, atualmente, é bolseira de investigação no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Frequenta o doutoramento em Sociologia, investigando na área da cultura. Publicou Poesia Silenciosa (2014), Linhas Delicadas (2016) e Antes que o Amanhã se Vista de Fogo (2021). matar os dinossauros é o seu terceiro livro em poesia, género no qual se estreou aos 18 anos.
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