Vertida neste nome está toda a loucura e ineptidão do autor, permitindo-lhe continuar a viver em aparente normalidade, livre e sem apresentações periódicas. O autor é inculto, tem manias de grandeza e achocolatado no verão. Hétero, mas com um sonho gay não consentido em 1993. A procura de amor orientou a sua vida até à meia-idade (em crise) de onde se recusa a sair. Algumas relações de sucesso fugazes e onerosas imbuíram-no de um ego desmesurado para a sua existência carbónica. Existência que se irá decompor, tornar fértil um chão, que se regado fará brotar uma árvore, porventura um eucalipto, imponente, que secará quilómetros e que dará origem à mais fina pasta de papel lixiviado, saldando o impacto desta impressão.






