“Lembra-me” é um livro feito de sussurros, gritos, valsas e quedas. É o reflexo do “pêndulo” que habita na cabeça da autora – essa dança entre o que a inquieta e o que a ampara. Entre o que a torna arranha-céus e o que o edifica em areia.
É uma coleção de poemas escritos apenas para a embalar, mas que, por alguma razão, hoje estão aqui – na esperança de que sejam embalo para alguém.
Nascida em 2001, Ana Trindade é formada em flauta transversal pelo Conservatório Regional de Coimbra, licenciada em Estudos Musicais Aplicados e mestranda em Educação Especial. Leciona na Academia de Música de Coimbra, onde também trabalha com bebés e crianças, tendo lançado alguns singles infantis. Afirma-se como cantautora, tendo lançado o seu primeiro tema – não era uma vez – em 2024. Como poetisa, nunca trouxe os seus textos à superfície. Revê-se no vai-e-vem de um pêndulo e, numa dessas danças oscilantes, lembrou-se que podia desenterrar a caixa de cartão onde dormiam os seus textos escritos à máquina de escrever e, numa compilação, criar “Lembra-me”. Para seguirem o trabalho da autora, visitem a página @music.anatrindade na rede social Instagram.
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