A inspiração vem das contradições, dos acasos infelizes ou não, da manipulação das vontades e do respeito que devemos. A dor interior inútil causada e depois transformada em culpa e acusação intolerável, configuram-se em alvos apelativos na escrita. A natureza inesgotável, mesmo violentada como tantas e tantas pessoas, reage imparcial, sóbria e por vezes contraditória. Assim também a escrita deve proceder, controversa e mordaz.





