Data da publicação: 27 Maio, 2026
Páginas: 164
Idioma: Português
ISBN: 9789897907906
Depósito legal: 564886/26
Género: Romance
Os meus lábios sentem a falta dos teus.
A minha pele sente a falta da tua.
O destino decide quem abre caminhos na nossa vida. Mas somos nós que decidimos quem nela permanece. Consideramos quem nos valoriza. Não tratemos como prioridade quem nos trata como opção.
Uma história que aborda a natureza imprevisível e efémera da existência e das relações humanas, reconhecendo que a vida é feita de fatores que estão para além do nosso domínio e controlo. O amor, a entrega, a reciprocidade, a confiança, o ciúme, a traição.
Conseguirá Sara ter a sensatez e sabedoria de percorrer o caminho e sem sobressaltos escrever a sua história de amor?
Quantas vidas em comum vingaram no futuro e outras se perderam, cristalizando-se no passado?
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
João Duarte –
“Amar-te-ei ao Entardecer” é o novel livro de Sílvia Ribeiro Silva. O título gera, provavelmente, um cativante sorriso interior nos leitores. Estabelece consigo, um público, mas também, secreto compromisso. Com sagacidade e afabilidade acorrenta o verbo que poderá ser conjugado por qualquer um de nós.
Em algum momento da vida, bem devagarinho, uns quantos passarão os olhos pelo seu articulado acessível e apelativo léxico sensorial. Estamos perante uma obra repleta de estórias que assentam no dia a dia de gente de condição modesta e outra mais elitista que amadurece ao longo da vida.
A autora enobrece com acutilância os sentimentos e atenua os narcísicos desvarios e peripécias dos personagens. Por outro lado, aproxima-nos da simplicidade das emoções como se fossem especiarias que condimentam os nossos dias.
Estejamos atentos. Encaminhar um café e um copo de água ou algo doce, como um pastel de nata com canela, poderá ingenuamente atentar contra dietas ou estatutos e papéis de personagens.
Todavia, a coisa promete. Habilmente, personagens e leitores são envolvidos de forma ousada em memórias passadas. As estórias estão pejadas de um fino erotismo e humor como quem bebe uma cerveja numa esplanada, no início da primavera ou consome uma salada de atum (raramente com ovo), ou uma torrada de pão de forma com manteiga de marca branca.
Singelamente, transporta com paciência e dedicação o interesse do leitor. A escuta ativa e a empatia têm uma presença constante, honesta e generosa.
Os personagens demonstram que é o tempo de correr com tenacidade para edificar os sonhos, sem medo de tropeçar, aprendendo e a fazer crescer a vida com carisma. Quem cair e magoar, terá sempre alguém. Sem qualquer tipo de condições, advertências e julgamentos, certamente, ajudará a reerguer e a libertar de tudo o que acorrenta a vida. Nem que seja um cúmplice desconhecido.
João Duarte –
“Amar-te-ei ao Entardecer” é o novel livro de Sílvia Ribeiro Silva. O título gera, provavelmente, um cativante sorriso interior nos leitores. Estabelece consigo, um público, mas também, secreto compromisso, em virtude da sagacidade e afabilidade em acorrentar o verbo, conjugado no Futuro do Presente do Indicativo a todos e a qualquer um de nós.
Em algum momento da vida, bem devagarinho, uns quantos passarão os olhos pelo seu articulado acessível e apelativo léxico sensorial. Estamos perante uma obra repleta de estórias que assentam no dia a dia de gente de condição modesta e outra mais elitista que amadurece ao longo da vida.
A autora enobrece com acutilância os sentimentos e atenua os narcísicos desvarios e peripécias dos personagens. Por outro lado, aproxima-nos da simplicidade das emoções como se fossem especiarias que condimentam a nossa existência. Estejamos atentos. Encaminhar um café e um copo de água ou algo doce, como um pastel de nata com canela, poderá, ingenuamente, atentar contra dietas ou estatutos e papéis de personagens. Todavia, a coisa promete.
Habilmente, personagens e leitores são envolvidos de forma ousada em memórias passadas. As estórias estão pejadas de um fino erotismo e humor como quem bebe uma cerveja numa esplanada, no início da primavera ou consome uma salada de atum (raramente com ovo), ou uma torrada de pão de forma com manteiga de marca branca.
Singelamente, transporta com paciência e dedicação o interesse do leitor. A escuta ativa e a empatia têm uma presença constante, honesta e generosa.
Os personagens demonstram que é o tempo de correr com tenacidade para edificar os sonhos, sem medo de tropeçar, aprendendo e a fazer crescer a vida com carisma. Quem cair e magoar, terá sempre alguém. Sem qualquer tipo de condições, advertências e julgamentos, certamente, ajudará a reerguer e a libertar de tudo o que acorrenta a vida. Nem que seja um cúmplice desconhecido.
2 avaliações de Amar-te-ei ao entardecer
João Duarte –
“Amar-te-ei ao Entardecer” é o novel livro de Sílvia Ribeiro Silva. O título gera, provavelmente, um cativante sorriso interior nos leitores. Estabelece consigo, um público, mas também, secreto compromisso. Com sagacidade e afabilidade acorrenta o verbo que poderá ser conjugado por qualquer um de nós.
Em algum momento da vida, bem devagarinho, uns quantos passarão os olhos pelo seu articulado acessível e apelativo léxico sensorial. Estamos perante uma obra repleta de estórias que assentam no dia a dia de gente de condição modesta e outra mais elitista que amadurece ao longo da vida.
A autora enobrece com acutilância os sentimentos e atenua os narcísicos desvarios e peripécias dos personagens. Por outro lado, aproxima-nos da simplicidade das emoções como se fossem especiarias que condimentam os nossos dias.
Estejamos atentos. Encaminhar um café e um copo de água ou algo doce, como um pastel de nata com canela, poderá ingenuamente atentar contra dietas ou estatutos e papéis de personagens.
Todavia, a coisa promete. Habilmente, personagens e leitores são envolvidos de forma ousada em memórias passadas. As estórias estão pejadas de um fino erotismo e humor como quem bebe uma cerveja numa esplanada, no início da primavera ou consome uma salada de atum (raramente com ovo), ou uma torrada de pão de forma com manteiga de marca branca.
Singelamente, transporta com paciência e dedicação o interesse do leitor. A escuta ativa e a empatia têm uma presença constante, honesta e generosa.
Os personagens demonstram que é o tempo de correr com tenacidade para edificar os sonhos, sem medo de tropeçar, aprendendo e a fazer crescer a vida com carisma. Quem cair e magoar, terá sempre alguém. Sem qualquer tipo de condições, advertências e julgamentos, certamente, ajudará a reerguer e a libertar de tudo o que acorrenta a vida. Nem que seja um cúmplice desconhecido.
João Duarte –
“Amar-te-ei ao Entardecer” é o novel livro de Sílvia Ribeiro Silva. O título gera, provavelmente, um cativante sorriso interior nos leitores. Estabelece consigo, um público, mas também, secreto compromisso, em virtude da sagacidade e afabilidade em acorrentar o verbo, conjugado no Futuro do Presente do Indicativo a todos e a qualquer um de nós.
Em algum momento da vida, bem devagarinho, uns quantos passarão os olhos pelo seu articulado acessível e apelativo léxico sensorial. Estamos perante uma obra repleta de estórias que assentam no dia a dia de gente de condição modesta e outra mais elitista que amadurece ao longo da vida.
A autora enobrece com acutilância os sentimentos e atenua os narcísicos desvarios e peripécias dos personagens. Por outro lado, aproxima-nos da simplicidade das emoções como se fossem especiarias que condimentam a nossa existência. Estejamos atentos. Encaminhar um café e um copo de água ou algo doce, como um pastel de nata com canela, poderá, ingenuamente, atentar contra dietas ou estatutos e papéis de personagens. Todavia, a coisa promete.
Habilmente, personagens e leitores são envolvidos de forma ousada em memórias passadas. As estórias estão pejadas de um fino erotismo e humor como quem bebe uma cerveja numa esplanada, no início da primavera ou consome uma salada de atum (raramente com ovo), ou uma torrada de pão de forma com manteiga de marca branca.
Singelamente, transporta com paciência e dedicação o interesse do leitor. A escuta ativa e a empatia têm uma presença constante, honesta e generosa.
Os personagens demonstram que é o tempo de correr com tenacidade para edificar os sonhos, sem medo de tropeçar, aprendendo e a fazer crescer a vida com carisma. Quem cair e magoar, terá sempre alguém. Sem qualquer tipo de condições, advertências e julgamentos, certamente, ajudará a reerguer e a libertar de tudo o que acorrenta a vida. Nem que seja um cúmplice desconhecido.