Mafrense da colheita de 1955, possui uma loja de restauro e artesanato onde também se entretém a transformar nacos de madeira ou xisto em peças com alma. Tem passado parte da vida agarrado a uma viola construindo canções para crianças e adultos que o escutam e, encantados, lhe copiam o ritmo. É com a viola que trava longas discussões e amenas conversas, de que nascem músicas por si interpretadas ou confiadas a cantores da nossa praça. Da sua conversa com a Natureza e os animais recorta às vezes estórias e fica sem saber o que fazer delas, até descobrir que afinal são verdadeiras. Foi o que terá acontecido com os Há Animais que Também Sonham.






