Acredita que a realidade e a razão não colidem com a imaginação e o fantástico; para termos um mundo melhor, não é só o pão que deve ser repartido, mas também a fé neste Deus, que é de todos; todos os templos deviam ser partilhados pelos crentes, independente da maneira como o vemos no recomeço desta nova era de expansão pelo cosmos. E quando nos preocupamos em colonizar outros planetas, não devemos exportar as guerras, diferenças na maneira de amarmos a Deus; por isso, considera-se um “narrador de utopias desenquadradas”.






