Se algo aconteceu na sua vida foi ter encontrado os livros aos cinco anos. Ou ser um alcoólico sério aos dezoito, aos vinte a desintoxicação, aos vinte e um publicou o seu primeiro livro Pedantismo Pessoano. Apaixonou-se pelas artes no secundário. Foram Novalis, Gonçalo M. Tavares e Dostoievski que aproximaram o autor da proximidade da arte em si, e do expoente das letras. Apesar dos percalços, foi no seu momento mais negro que as letras o salvaram. Nasceu em Fontelas, Peso da Régua, local onde ainda habita e no qual a sua ocupação gira em torno de duas coisas, leitura e escrita, nada mais desejando. É também um historiador e um filósofo amador, duas atrações que penetram na sua escrita como as suas paixões maiores.






