M. C. Durmont, tal como a sua personagem, Durmont, gosta de pseudónimos. E de cognomes. São tão castiços! E tem fascínio pelos heterónimos. E pelos nomes artísticos. É intrínseco à autoria de um livro o uso de um pseudónimo. Um ser enquanto autor é todo um novo ser que extrapola a própria essência e se entrelaça com outros. O que é lindamente representado por um pseudónimo. O mesmo para os nomes artísticos. Conhece vários artistas e todos eles têm um. Quem não é sensível a um nome sonante? Que tenha a ver… com o que quer que seja e que quem o adopte bem saberá. Poderá ter, até, a ver com o próprio livro, quem sabe? O próprio. O autor o saberá. Sabe que ama ler e escrever. A dois é o primeiro romance. Vive em Sintra e viaja, como verás…






