Numa colmeia perto de si, Floribela, uma abelha acabada de nascer com a sina de ser a rainha de todos os seus irmãos e irmãs, questiona em voz alta o seu fadário real, realçando a dificuldade dos seus deveres para assegurar a sobrevivência da colónia.
Esse monólogo inicial, de lamento e de receio pelo peso da responsabilidade da sua missão real, transforma-se rapidamente num diálogo animado, em que participam zângãos e abelhas obreiras e em que cada um deles destaca a importância do seu papel e das suas funções na dinâmica da colmeia.
Nessa interação divertida entre Floribela, os zângãos e as abelhas obreiras, e em que cada um reivindica para si o protagonismo nas tarefas de preservação, manutenção e reprodução da colmeia, qual deles terá, afinal, o papel preponderante na lida quotidiana do enxame e na nobre missão de polinizar o planeta?
Maria de Fátima Marques da Silva nasceu a 8 de Abril de 1972, em Poissy, Yvelines, França, onde estudou até finalizar o ensino secundário, prosseguindo e concluindo, depois, o seu percurso académico por terras lusas, berço dos seus pais. Entrega-se a diversos prazeres nos seus tempos livres, tais como a leitura, a escrita e a apicultura (ainda que como amadora) e exerce a profissão de juíza há mais de duas décadas. Atualmente, e desde Setembro de 2014, exerce as suas funções no Juízo de Família e Menores de Viseu, onde tem o privilégio de lidar diariamente com crianças e jovens, os quais constituem o público preferido desta obra, Floribela, a rainha sem coroa.
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