Frágil como Origami

17,00

Dados da obra

Data da publicação: 17 Janeiro, 2024

Páginas: 260

Idioma: Português

ISBN: 9789895790203

Depósito legal: 523659/23

Género:

Conheça um pouco da história

Sinopse

Frágil como Origami é um romance que explora a vida de Hena, que se encontra perdido na sua própria solidão. Quando o seu melhor amigo pede que compareça ao velório de seu pai, Hena é forçado a enfrentar suas próprias angústias e, ao fazê-lo, é levado numa jornada inesperada.

De volta a São Paulo, enreda-se em lembranças de sua infância e adolescência, lutando contra os fantasmas que o assombram diariamente. Confrontado com a morte de seus pais, o desafeto da família e sua própria sexualidade, caminha sem rumo pelos locais que costumava frequentar, buscando uma resposta para os inquietantes sentimentos que o cercam.

Com uma narrativa envolvente, este romance de formação convida os leitores a caminhar ao lado de Hena em sua jornada pessoal e a descobrir, com ele, o que é necessário para encontrar a salvação em tempos difíceis. Uma leitura emocionante e inesquecível que trata de temas universais como solidão, conexão humana e superação.

Conheça o autor

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Opinião de Leitores

2 Comentários

2 avaliações de Frágil como Origami

  1. Danielle Paixao

    Terminei de ler e precisava deixar registrada a minha opinião.
    O livro Frágil como Origami, escrito por Raphael Santos – vulgo meu cunhado – foi uma interessante surpresa.
    Este livro é considerado um romance de formação, também conhecido pelo termo alemão Bildungsroman, ou seja, um tipo de narrativa que acompanha o desenvolvimento psicológico, moral e social de um personagem principal — geralmente jovem — ao longo de sua vida, desde a juventude até a maturidade, mostrando seu processo de aprendizado e amadurecimento diante dos desafios da vida. Pude perceber uma clara busca por identidade e sentido de vida, além, obviamente, de uma crítica à sociedade em que o protagonista está inserido.

    A história se passa ao longo de uma semana — entremeada por diversas digressões sobre o passado de Hena, um jovem marcado por intensa solidão e um passado traumático. De volta a São Paulo para acompanhar o enterro do pai do melhor amigo, Hena revisita sua infância e adolescência, enfrentando fantasmas ligados à morte dos pais, conflitos familiares e à relação com sua sexualidade.

    Percebi alguns elementos autobiográficos misturados a um novo universo de possibilidades — tudo isso apresentado – apesar da seriedade – com certa suavidade.

    O que mais me cativou foi justamente a leveza com que temas sérios foram tratados, permeados por momentos de íntimas confissões e costurados com toques de humor. Pude sentir o que o personagem sentia, principalmente nas crises de ansiedade — que, pouco a pouco, foram se tornando mais leves ao longo da narrativa.

    Este livro trata, sobretudo, de superação — e tem um final feliz, mesmo que temporário. Porque assim é a vida. Seria um ensejo para uma parte 2?

    Vale a pena cada página, pois vai além de um texto sobre a vivência homossexual específica — fala de humanidade, de busca por sentido, fuga, pertencimento e, acima de tudo, superação.

  2. Danielle Paixao

    Terminei de ler e precisava deixar registrada a minha opinião.
    O livro Frágil como Origami, escrito por Raphael Santos – vulgo meu cunhado – foi uma interessante surpresa.
    Este livro é considerado um romance de formação, também conhecido pelo termo alemão Bildungsroman, ou seja, um tipo de narrativa que acompanha o desenvolvimento psicológico, moral e social de um personagem principal — geralmente jovem — ao longo de sua vida, desde a juventude até a maturidade, mostrando seu processo de aprendizado e amadurecimento diante dos desafios da vida. Pude perceber uma clara busca por identidade e sentido de vida, além, obviamente, de uma crítica à sociedade em que o protagonista está inserido.

    A história se passa ao longo de uma semana — entremeada por diversas digressões sobre o passado de Hena, um jovem marcado por intensa solidão e um passado traumático. De volta a São Paulo para acompanhar o enterro do pai do melhor amigo, Hena revisita sua infância e adolescência, enfrentando fantasmas ligados à morte dos pais, conflitos familiares e à relação com sua sexualidade.

    Percebi alguns elementos autobiográficos misturados a um novo universo de possibilidades — tudo isso apresentado – apesar da seriedade – com certa suavidade.

    O que mais me cativou foi justamente a leveza com que temas sérios foram tratados, permeados por momentos de íntimas confissões e costurados com toques de humor. Pude sentir o que o personagem sentia, principalmente nas crises de ansiedade — que, pouco a pouco, foram se tornando mais leves ao longo da narrativa.

    Este livro trata, sobretudo, de superação — e tem um final feliz, mesmo que temporário. Porque assim é a vida. Seria um ensejo para uma parte 2?

    Vale a pena cada página, pois vai além de um texto sobre a vivência homossexual específica — fala de humanidade, de busca por sentido, fuga, pertencimento e, acima de tudo, superação.

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2 avaliações de Frágil como Origami

  1. Danielle Paixao

    Terminei de ler e precisava deixar registrada a minha opinião.
    O livro Frágil como Origami, escrito por Raphael Santos – vulgo meu cunhado – foi uma interessante surpresa.
    Este livro é considerado um romance de formação, também conhecido pelo termo alemão Bildungsroman, ou seja, um tipo de narrativa que acompanha o desenvolvimento psicológico, moral e social de um personagem principal — geralmente jovem — ao longo de sua vida, desde a juventude até a maturidade, mostrando seu processo de aprendizado e amadurecimento diante dos desafios da vida. Pude perceber uma clara busca por identidade e sentido de vida, além, obviamente, de uma crítica à sociedade em que o protagonista está inserido.

    A história se passa ao longo de uma semana — entremeada por diversas digressões sobre o passado de Hena, um jovem marcado por intensa solidão e um passado traumático. De volta a São Paulo para acompanhar o enterro do pai do melhor amigo, Hena revisita sua infância e adolescência, enfrentando fantasmas ligados à morte dos pais, conflitos familiares e à relação com sua sexualidade.

    Percebi alguns elementos autobiográficos misturados a um novo universo de possibilidades — tudo isso apresentado – apesar da seriedade – com certa suavidade.

    O que mais me cativou foi justamente a leveza com que temas sérios foram tratados, permeados por momentos de íntimas confissões e costurados com toques de humor. Pude sentir o que o personagem sentia, principalmente nas crises de ansiedade — que, pouco a pouco, foram se tornando mais leves ao longo da narrativa.

    Este livro trata, sobretudo, de superação — e tem um final feliz, mesmo que temporário. Porque assim é a vida. Seria um ensejo para uma parte 2?

    Vale a pena cada página, pois vai além de um texto sobre a vivência homossexual específica — fala de humanidade, de busca por sentido, fuga, pertencimento e, acima de tudo, superação.

  2. Danielle Paixao

    Terminei de ler e precisava deixar registrada a minha opinião.
    O livro Frágil como Origami, escrito por Raphael Santos – vulgo meu cunhado – foi uma interessante surpresa.
    Este livro é considerado um romance de formação, também conhecido pelo termo alemão Bildungsroman, ou seja, um tipo de narrativa que acompanha o desenvolvimento psicológico, moral e social de um personagem principal — geralmente jovem — ao longo de sua vida, desde a juventude até a maturidade, mostrando seu processo de aprendizado e amadurecimento diante dos desafios da vida. Pude perceber uma clara busca por identidade e sentido de vida, além, obviamente, de uma crítica à sociedade em que o protagonista está inserido.

    A história se passa ao longo de uma semana — entremeada por diversas digressões sobre o passado de Hena, um jovem marcado por intensa solidão e um passado traumático. De volta a São Paulo para acompanhar o enterro do pai do melhor amigo, Hena revisita sua infância e adolescência, enfrentando fantasmas ligados à morte dos pais, conflitos familiares e à relação com sua sexualidade.

    Percebi alguns elementos autobiográficos misturados a um novo universo de possibilidades — tudo isso apresentado – apesar da seriedade – com certa suavidade.

    O que mais me cativou foi justamente a leveza com que temas sérios foram tratados, permeados por momentos de íntimas confissões e costurados com toques de humor. Pude sentir o que o personagem sentia, principalmente nas crises de ansiedade — que, pouco a pouco, foram se tornando mais leves ao longo da narrativa.

    Este livro trata, sobretudo, de superação — e tem um final feliz, mesmo que temporário. Porque assim é a vida. Seria um ensejo para uma parte 2?

    Vale a pena cada página, pois vai além de um texto sobre a vivência homossexual específica — fala de humanidade, de busca por sentido, fuga, pertencimento e, acima de tudo, superação.

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