Raposas

17,00

Dados da obra

Data da publicação: 22 Fevereiro, 2025

Páginas: 162

Idioma: Português

ISBN: 9789895852086

Depósito legal: 539523/24

Género:

Conheça um pouco da história

Sinopse

Aqui jazem chamas de inflamações juvenis. Todas estas nuvens de fumo são malquerer e bem-querer raposo das paixões etéreas.

A incandescência das chamas vai para além da brevidade dos jazigos. É em verso que morrem e vivem os amores de morte a outras vidas.

O amor move-se obliquamente à mística das Raposas. Sem respostas, num ambiente de estrofes infundadas, a não ser pela impropriedade de quem recita chamas.

Chamas alaranjadas, fogo rompante sem correntes, da concorrência dos dias que arderam.

E ainda ardem.

Conheça o autor

Rúben Lôpo é um poeta de ‘99, dramaturgo, dizedor e escritor de São João da Madeira, com fortes ligações à cidade Invicta do Porto, dada a sua vida académica na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É mestre em Engenharia de Redes e Sistemas Informáticos e trabalha como Cientista e Engenheiro de Dados. Venceu o Festival Poesia à Mesa em 2021, com o poema “Dupla Visual”. Fez parte do grupo de teatro Sériùs, onde foi coautor do seu primeiro original dramático “O Artista”, já apresentado e interpretado na XIV edição do Festival de Teatro de São João da Madeira em 2022. A peça inclui a primeira música que escreveu. As “Raposas” que escreve são o culminar de aprendizagens líricas ao longo da sua juventude poética.

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Opinião de Leitores

5 Comentários

5 avaliações de Raposas

  1. fabio.noga

    Este livro é uma ode à contemporaneidade dos afetos. A paixão do autor flutua em estrofes sem respostas, capturando a inquietude dos jovens. A escrita do autor, quase indefesa, torna-se uma epopeia íntima, onde cada verso palpita como um coração em chamas.

  2. Rui Jorge Ramos

    Poesia não é o meu estilo literário predileto, mas este livro mostrou-se intuitivo sem correr o risco de se aproximar da simplicidade. Uma obra ao alcance de todos, que desarma a vulnerabilidade do autor.

  3. Diogo Correia

    Leitura interessante e muito fora da minha zona de conforto. Cheia de oxímoros pelo meio (que têm a sua beleza).
    Das quatro Raposas, gostei mais da Raposa-das-Estepes.
    O Raposo-Luso ganha no que toca ao poema que mais apreciei, “Sheffield, Rutland Way”, mas provavelmente não pelas mesmas razões que o autor.
    Que venha o próximo livro.

  4. Margarida “Heredis” Rodrigues

    Uma leitura bela e cheia de alma. Este livro fez-me parar e reler vários versos, como quem encontra algo que sempre sentiu, mas nunca soube exprimir. Os poemas têm uma simplicidade tocante, mas ao mesmo tempo profunda.

    Alguns textos, como “Sinto” ou “Num Simples Segundo”, tocaram-me especialmente e deixaram aquela sensação de “isto podia ter sido escrito para mim”.

    É um livro honesto, sensível e muito bem escrito. Fico à espera do próximo – com vontade de o ler já amanhã. Recomendo a quem gosta de poesia que fala ao coração.

  5. André Tse

    Confesso que não sou um grande fã de poesia, mas este livro surpreendeu-me pela positiva. A escrita é leve e acessível, permitindo-nos compreender facilmente as diversas emoções do autor ao longo do livro. Encontrei imensos versos que ressoaram profundamente em mim e que certamente guardarei para a vida. Deixo aqui, portanto, um excerto do meu poema favorito do livro, “Vi-te raposa pela brancura”:

    “E o ansiar por uma oportunidade Permanece vivo na inflamação Na imperecível eternidade…”

    Recomendo imensamente esta leitura; uma surpresa verdadeiramente agradável.

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5 avaliações de Raposas

  1. fabio.noga

    Este livro é uma ode à contemporaneidade dos afetos. A paixão do autor flutua em estrofes sem respostas, capturando a inquietude dos jovens. A escrita do autor, quase indefesa, torna-se uma epopeia íntima, onde cada verso palpita como um coração em chamas.

  2. Rui Jorge Ramos

    Poesia não é o meu estilo literário predileto, mas este livro mostrou-se intuitivo sem correr o risco de se aproximar da simplicidade. Uma obra ao alcance de todos, que desarma a vulnerabilidade do autor.

  3. Diogo Correia

    Leitura interessante e muito fora da minha zona de conforto. Cheia de oxímoros pelo meio (que têm a sua beleza).
    Das quatro Raposas, gostei mais da Raposa-das-Estepes.
    O Raposo-Luso ganha no que toca ao poema que mais apreciei, “Sheffield, Rutland Way”, mas provavelmente não pelas mesmas razões que o autor.
    Que venha o próximo livro.

  4. Margarida “Heredis” Rodrigues

    Uma leitura bela e cheia de alma. Este livro fez-me parar e reler vários versos, como quem encontra algo que sempre sentiu, mas nunca soube exprimir. Os poemas têm uma simplicidade tocante, mas ao mesmo tempo profunda.

    Alguns textos, como “Sinto” ou “Num Simples Segundo”, tocaram-me especialmente e deixaram aquela sensação de “isto podia ter sido escrito para mim”.

    É um livro honesto, sensível e muito bem escrito. Fico à espera do próximo – com vontade de o ler já amanhã. Recomendo a quem gosta de poesia que fala ao coração.

  5. André Tse

    Confesso que não sou um grande fã de poesia, mas este livro surpreendeu-me pela positiva. A escrita é leve e acessível, permitindo-nos compreender facilmente as diversas emoções do autor ao longo do livro. Encontrei imensos versos que ressoaram profundamente em mim e que certamente guardarei para a vida. Deixo aqui, portanto, um excerto do meu poema favorito do livro, “Vi-te raposa pela brancura”:

    “E o ansiar por uma oportunidade Permanece vivo na inflamação Na imperecível eternidade…”

    Recomendo imensamente esta leitura; uma surpresa verdadeiramente agradável.

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