Data da publicação: 22 Fevereiro, 2025
Páginas: 162
Idioma: Português
ISBN: 9789895852086
Depósito legal: 539523/24
Género: Poesia
Aqui jazem chamas de inflamações juvenis. Todas estas nuvens de fumo são malquerer e bem-querer raposo das paixões etéreas.
A incandescência das chamas vai para além da brevidade dos jazigos. É em verso que morrem e vivem os amores de morte a outras vidas.
O amor move-se obliquamente à mística das Raposas. Sem respostas, num ambiente de estrofes infundadas, a não ser pela impropriedade de quem recita chamas.
Chamas alaranjadas, fogo rompante sem correntes, da concorrência dos dias que arderam.
E ainda ardem.
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
fabio.noga –
Este livro é uma ode à contemporaneidade dos afetos. A paixão do autor flutua em estrofes sem respostas, capturando a inquietude dos jovens. A escrita do autor, quase indefesa, torna-se uma epopeia íntima, onde cada verso palpita como um coração em chamas.
Rui Jorge Ramos –
Poesia não é o meu estilo literário predileto, mas este livro mostrou-se intuitivo sem correr o risco de se aproximar da simplicidade. Uma obra ao alcance de todos, que desarma a vulnerabilidade do autor.
Diogo Correia –
Leitura interessante e muito fora da minha zona de conforto. Cheia de oxímoros pelo meio (que têm a sua beleza).
Das quatro Raposas, gostei mais da Raposa-das-Estepes.
O Raposo-Luso ganha no que toca ao poema que mais apreciei, “Sheffield, Rutland Way”, mas provavelmente não pelas mesmas razões que o autor.
Que venha o próximo livro.
Margarida “Heredis” Rodrigues –
Uma leitura bela e cheia de alma. Este livro fez-me parar e reler vários versos, como quem encontra algo que sempre sentiu, mas nunca soube exprimir. Os poemas têm uma simplicidade tocante, mas ao mesmo tempo profunda.
Alguns textos, como “Sinto” ou “Num Simples Segundo”, tocaram-me especialmente e deixaram aquela sensação de “isto podia ter sido escrito para mim”.
É um livro honesto, sensível e muito bem escrito. Fico à espera do próximo – com vontade de o ler já amanhã. Recomendo a quem gosta de poesia que fala ao coração.
André Tse –
Confesso que não sou um grande fã de poesia, mas este livro surpreendeu-me pela positiva. A escrita é leve e acessível, permitindo-nos compreender facilmente as diversas emoções do autor ao longo do livro. Encontrei imensos versos que ressoaram profundamente em mim e que certamente guardarei para a vida. Deixo aqui, portanto, um excerto do meu poema favorito do livro, “Vi-te raposa pela brancura”:
“E o ansiar por uma oportunidade Permanece vivo na inflamação Na imperecível eternidade…”
Recomendo imensamente esta leitura; uma surpresa verdadeiramente agradável.
5 avaliações de Raposas
fabio.noga –
Este livro é uma ode à contemporaneidade dos afetos. A paixão do autor flutua em estrofes sem respostas, capturando a inquietude dos jovens. A escrita do autor, quase indefesa, torna-se uma epopeia íntima, onde cada verso palpita como um coração em chamas.
Rui Jorge Ramos –
Poesia não é o meu estilo literário predileto, mas este livro mostrou-se intuitivo sem correr o risco de se aproximar da simplicidade. Uma obra ao alcance de todos, que desarma a vulnerabilidade do autor.
Diogo Correia –
Leitura interessante e muito fora da minha zona de conforto. Cheia de oxímoros pelo meio (que têm a sua beleza).
Das quatro Raposas, gostei mais da Raposa-das-Estepes.
O Raposo-Luso ganha no que toca ao poema que mais apreciei, “Sheffield, Rutland Way”, mas provavelmente não pelas mesmas razões que o autor.
Que venha o próximo livro.
Margarida “Heredis” Rodrigues –
Uma leitura bela e cheia de alma. Este livro fez-me parar e reler vários versos, como quem encontra algo que sempre sentiu, mas nunca soube exprimir. Os poemas têm uma simplicidade tocante, mas ao mesmo tempo profunda.
Alguns textos, como “Sinto” ou “Num Simples Segundo”, tocaram-me especialmente e deixaram aquela sensação de “isto podia ter sido escrito para mim”.
É um livro honesto, sensível e muito bem escrito. Fico à espera do próximo – com vontade de o ler já amanhã. Recomendo a quem gosta de poesia que fala ao coração.
André Tse –
Confesso que não sou um grande fã de poesia, mas este livro surpreendeu-me pela positiva. A escrita é leve e acessível, permitindo-nos compreender facilmente as diversas emoções do autor ao longo do livro. Encontrei imensos versos que ressoaram profundamente em mim e que certamente guardarei para a vida. Deixo aqui, portanto, um excerto do meu poema favorito do livro, “Vi-te raposa pela brancura”:
“E o ansiar por uma oportunidade Permanece vivo na inflamação Na imperecível eternidade…”
Recomendo imensamente esta leitura; uma surpresa verdadeiramente agradável.