Data da publicação: 17 Abril, 2021
Páginas: 200
Idioma: Português
ISBN: 9789899052062
Depósito legal: 478468/20
Género: Poesia
A cidade invicta do Porto, mais concretamente, as gentes que vivem em redor da sua cintura, é extremamente pródiga de contrastes e riquezas de humanidades sociais. Num momento e o acaso único, permite ao poeta vislumbrar certos modos e trejeitos caraterísticos desse povo de nobríssima humildade, como o modo brejeiro de falar, onde os calões populares lhes bailam na ponta da língua, como se o corpo e a boca sequiosa, mitigassem pingos de água dos fontanários de cada esquina que vai da Sé, Banharia à Ribeira… Assim nasceram as raízes da poesia do poeta, onde este aborda o lado real de todas as incidências da luta pela sobrevivência humana, com empenho de garra e brio, saltando entre todos, com a tradição que lhe vai na alma.
A velhíssima tradição desse povo vestiu-se nas carnes! Onde, do mesmo berço o poeta foi gerado.
“Obrigado meu povo, eu vos amo!”.
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
Alirio Mota –
Excelente obra literária
Escrita por um Poeta da qual já tive acesso a outras obras.
Utiliza uma linguagem de cariz popular, regionalista, arquivador, de opiniões e de fácil interpretação
Muito bom
Parabéns pela publicação
Manuel Santos –
Excelente obra num suave livro de grande apuro gráfico, escrita com simplicidade, de um poeta portuense, com dialéctos de influência nortenha, mais própriamente do local de bom senso do Bonfim, onde no melhor restaurante, se extrai as melhores palavras, para uma demanda de uma simples epopeia.
2 avaliações de Na Barca do Pensamento Vai a Poesia Vai o Vento
Alirio Mota –
Excelente obra literária
Escrita por um Poeta da qual já tive acesso a outras obras.
Utiliza uma linguagem de cariz popular, regionalista, arquivador, de opiniões e de fácil interpretação
Muito bom
Parabéns pela publicação
Manuel Santos –
Excelente obra num suave livro de grande apuro gráfico, escrita com simplicidade, de um poeta portuense, com dialéctos de influência nortenha, mais própriamente do local de bom senso do Bonfim, onde no melhor restaurante, se extrai as melhores palavras, para uma demanda de uma simples epopeia.