O leitor vai ser levado numa viagem por reflexões profundas sobre o sentido da vida, o sentido da existência humana, as relações pessoais e o amor, que fluem ao sabor da pena, nas entrelinhas de narrativas de vida tão banais quanto improváveis… sete personagens, sete vidas, uma mesma cidade, um mesmo prédio.
Rui deambula na busca incessante do amor da sua vida, Isabel, numa decadência delirante que só algo inusitado pode explicar. Enquanto isso, expõe-se e faz descobertas inimagináveis sobre os seus vizinhos.
O autor é filho de um José e de uma Maria. Os seus avós homens são os dois José, e as suas avós mulheres são Rosa e Maria. Foram eles, segundo diz, que lhe deram esta alma de viajante atento, que descobriu ainda em criança, e que leva para todos os lugares para onde voa, em imaginação ou fisicamente. A arquitetura não passou do dia em que fez a inscrição na universidade, pois a mala já estava feita para outros voos. Tem sido um nómada dos tempos modernos e já viveu em várias cidades de Norte a Sul do país. Atualmente vive numa autocaravana.
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