Data da publicação: 26 Janeiro, 2020
Páginas: 204
Idioma: Português
ISBN: 978-989-9003-11-8
Depósito legal: 465391/19
Género: Romance
O primeiro amor nunca se esquece. Esta é a grande premissa deste livro, que nos traz a viagem de Pedro desde a sua vila Natal de Cascais à idade em que emigra para a Austrália, onde se junta ao seu tio e conhece também ele novos primos.
Do outro lado do Mundo, novas metas surgem na sua vida, mas nada o faz esquecer o passado, contemplado de encontros e desencontros com o seu grande amor, Joan.
Na obra de José Morais temos uma viagem entre o passado e o futuro, as desilusões e o primeiro beijo de Pedro, a descoberta da sexualidade e um percurso intenso entre a realidade e a ficção num constante balanço de emoções, numa obra que vive pelas suas duas grandes personagens, Pedro e Joan.
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
Otilia Arsenio –
O meu gênero de leitura preferida são romances. Bem escritos com linguagem acessível, empolgantes, daqueles que lemos compulsivamente sem necessitarmos voltar constantemente dois a três parágrafos atrás porque nos perdemos na história.
Adorei este romance que muito gentilmente me foi oferecido mas que compraria de muito bom grado porque o seu custo vale cada palavra, cada linha, cada página.
Muitos parabéns Ze Morais e continue a escrever romances porque o faz maravilhosamente.
Edmundo Reis –
Romance envolvente , com a trama que nós trama dos Amores desencontrados , das vicissitudes da vida sempre em construção, que por vezes nos encobre de dúvidas. A discrição de Cascais com toda a sua envolvência e através dela o regresso á adolescência. Simples e arrebatador romance.Adorei
Ana Paula Ferrão –
N´A Primeira Vez, o leitor é confrontado com um tema transversal da Literatura Portuguesa: o amor. Aqui, com um cunho de modernidade.
José Morais guia-nos numa viagem física, através do protagonista. Porém, esta também é pretexto para uma viagem interior, pautada pelo contínuo sobressalto da descoberta de si próprio e do outro.
Um triângulo amoroso, diálogos vivos, visualismo e suspense são alguns dos condimentos que tornam esta obra imperdível.
Joao Manuel D Caldas –
Após ontem, dia da apresentação do livro, a que com muitissimo gosto assisti, não descansei enquanto não o terminei… Devo dizer que sou um leitor diário e bastante crítico, e os romances não são o meu maior interesse, a menos que realmente sejam bem escritos, e isso por vezes só se sabe lendo, evidentemente. Parece absurdo, mas natural, que o que é bom para alguns nem sempre o é para nós, e vice-versa, pelo que as criticas, por vezes, não ajudam. Neste caso, como sendo o primeiro de um autor, a curiosidade era enorme, até porque na apresentação foi quase desvendado todo o enrredo…e parecia tão dificil como interessante.
Devo dizer que gostei muito. É de leitura fácil, com linguagem simples, a fazer lembrar alguma leitura juvenil, sem pretenções, sem malicias, com uma inocência comovente. É claro, que sendo o autor da minha faixa etária, a leitura me levou para a minha juventude, onde muita acção se passa, mas também para o que se passou a seguir, com o começar a trabalhar, as relações familiares, os filhos, o perder os laços da infãncia e os amigos. Mas principalmente “as primeiras vezes”… em tudo na vida…
Tudo isto está bem retratado na obra, quase como o “Conta-me como foi”, de que eu gosto tanto.
Por isso este livro deve ser lido pelos mais velhos, para recordarem, e pelos mais novos, para saberem como era… e pode ser, e deve ser, lido por todos de coração aberto!
É claro que não estará livre de criticas, mas nenhum livro está, nunca, porque é da critica que nasce a boa discussão e para o autor, se construtiva ela for e ele a aceitar, a sua próxima obra poderá porventura benificiar com isso.
Dei quatro estrelas, sim. Leiam, discutam, e façam lá melhor que, se for publicado, eu leio para poder comparar.
Um Obrigado à editora. Venham sempre mais livros de autores nacionais se também forem bons!
Este para “uma primeira vez”, como romance, está muito bom.
João Dias Caldas
4 avaliações de A Primeira Vez
Otilia Arsenio –
O meu gênero de leitura preferida são romances. Bem escritos com linguagem acessível, empolgantes, daqueles que lemos compulsivamente sem necessitarmos voltar constantemente dois a três parágrafos atrás porque nos perdemos na história.
Adorei este romance que muito gentilmente me foi oferecido mas que compraria de muito bom grado porque o seu custo vale cada palavra, cada linha, cada página.
Muitos parabéns Ze Morais e continue a escrever romances porque o faz maravilhosamente.
Edmundo Reis –
Romance envolvente , com a trama que nós trama dos Amores desencontrados , das vicissitudes da vida sempre em construção, que por vezes nos encobre de dúvidas. A discrição de Cascais com toda a sua envolvência e através dela o regresso á adolescência. Simples e arrebatador romance.Adorei
Ana Paula Ferrão –
N´A Primeira Vez, o leitor é confrontado com um tema transversal da Literatura Portuguesa: o amor. Aqui, com um cunho de modernidade.
José Morais guia-nos numa viagem física, através do protagonista. Porém, esta também é pretexto para uma viagem interior, pautada pelo contínuo sobressalto da descoberta de si próprio e do outro.
Um triângulo amoroso, diálogos vivos, visualismo e suspense são alguns dos condimentos que tornam esta obra imperdível.
Joao Manuel D Caldas –
Após ontem, dia da apresentação do livro, a que com muitissimo gosto assisti, não descansei enquanto não o terminei… Devo dizer que sou um leitor diário e bastante crítico, e os romances não são o meu maior interesse, a menos que realmente sejam bem escritos, e isso por vezes só se sabe lendo, evidentemente. Parece absurdo, mas natural, que o que é bom para alguns nem sempre o é para nós, e vice-versa, pelo que as criticas, por vezes, não ajudam. Neste caso, como sendo o primeiro de um autor, a curiosidade era enorme, até porque na apresentação foi quase desvendado todo o enrredo…e parecia tão dificil como interessante.
Devo dizer que gostei muito. É de leitura fácil, com linguagem simples, a fazer lembrar alguma leitura juvenil, sem pretenções, sem malicias, com uma inocência comovente. É claro, que sendo o autor da minha faixa etária, a leitura me levou para a minha juventude, onde muita acção se passa, mas também para o que se passou a seguir, com o começar a trabalhar, as relações familiares, os filhos, o perder os laços da infãncia e os amigos. Mas principalmente “as primeiras vezes”… em tudo na vida…
Tudo isto está bem retratado na obra, quase como o “Conta-me como foi”, de que eu gosto tanto.
Por isso este livro deve ser lido pelos mais velhos, para recordarem, e pelos mais novos, para saberem como era… e pode ser, e deve ser, lido por todos de coração aberto!
É claro que não estará livre de criticas, mas nenhum livro está, nunca, porque é da critica que nasce a boa discussão e para o autor, se construtiva ela for e ele a aceitar, a sua próxima obra poderá porventura benificiar com isso.
Dei quatro estrelas, sim. Leiam, discutam, e façam lá melhor que, se for publicado, eu leio para poder comparar.
Um Obrigado à editora. Venham sempre mais livros de autores nacionais se também forem bons!
Este para “uma primeira vez”, como romance, está muito bom.
João Dias Caldas