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    A Primeira Vez

A Primeira Vez

O primeiro amor nunca se esquece. Esta é a grande premissa deste livro. Do outro lado do Mundo, novas metas surgem na sua vida, mas nada o faz esquecer o passado, contemplado de encontros e desencontros com o seu grande amor, Joan.

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SINOPSE

O primeiro amor nunca se esquece. Esta é a grande premissa deste livro, que nos traz a viagem de Pedro desde a sua vila Natal de Cascais à idade em que emigra para a Austrália, onde se junta ao seu tio e conhece também ele novos primos.
Do outro lado do Mundo, novas metas surgem na sua vida, mas nada o faz esquecer o passado, contemplado de encontros e desencontros com o seu grande amor, Joan.
Na obra de José Morais temos uma viagem entre o passado e o futuro, as desilusões e o primeiro beijo de Pedro, a descoberta da sexualidade e um percurso intenso entre a realidade e a ficção num constante balanço de emoções, numa obra que vive pelas suas duas grandes personagens, Pedro e Joan.

Data da publicação: 26 Janeiro, 2020

Páginas: 204

Idioma: Português

ISBN: 978-989-9003-11-8

Depósito legal: 465391/19

Peso: 284 g

CONHEÇA UM EXCERTO DO LIVRO

SOBRE O AUTOR

José António Teixeira Morais nasceu em Sanhoane, Santa Marta de Penaguião em 1961. Aos vinte anos, ingressou na Força Aérea Portuguesa, como especialista de Controlo de Tráfego Aéreo – militar. Após a reforma, dedicou-se à escrita, destacando-se nas crónicas sobre histórias e incidentes de tráfego aéreo e outras vertentes da vida Castrense. Seguiram-se o romance, os contos e, por fim, a poesia. É um leitor compulsivo de todo o tipo e géneros de leitura – desde os clássicos aos pós-modernos. A música faz parte da sua vida. Amante dos sons dos anos sessenta, setenta e oitenta, tem sempre pronto um conjunto de sons desses tempos para o ajudarem na concentração de novos livros e novos temas.

Joao Manuel D Caldas

Janeiro 27, 2020

Após ontem, dia da apresentação do livro, a que com muitissimo gosto assisti, não descansei enquanto não o terminei… Devo dizer que sou um leitor diário e bastante crítico, e os romances não são o meu maior interesse, a menos que realmente sejam bem escritos, e isso por vezes só se sabe lendo, evidentemente. Parece absurdo, mas natural, que o que é bom para alguns nem sempre o é para nós, e vice-versa, pelo que as criticas, por vezes, não ajudam. Neste caso, como sendo o primeiro de um autor, a curiosidade era enorme, até porque na apresentação foi quase desvendado todo o enrredo…e parecia tão dificil como interessante.
Devo dizer que gostei muito. É de leitura fácil, com linguagem simples, a fazer lembrar alguma leitura juvenil, sem pretenções, sem malicias, com uma inocência comovente. É claro, que sendo o autor da minha faixa etária, a leitura me levou para a minha juventude, onde muita acção se passa, mas também para o que se passou a seguir, com o começar a trabalhar, as relações familiares, os filhos, o perder os laços da infãncia e os amigos. Mas principalmente “as primeiras vezes”… em tudo na vida…
Tudo isto está bem retratado na obra, quase como o “Conta-me como foi”, de que eu gosto tanto.
Por isso este livro deve ser lido pelos mais velhos, para recordarem, e pelos mais novos, para saberem como era… e pode ser, e deve ser, lido por todos de coração aberto!
É claro que não estará livre de criticas, mas nenhum livro está, nunca, porque é da critica que nasce a boa discussão e para o autor, se construtiva ela for e ele a aceitar, a sua próxima obra poderá porventura benificiar com isso.
Dei quatro estrelas, sim. Leiam, discutam, e façam lá melhor que, se for publicado, eu leio para poder comparar.
Um Obrigado à editora. Venham sempre mais livros de autores nacionais se também forem bons!
Este para “uma primeira vez”, como romance, está muito bom.

João Dias Caldas

Ana Paula Ferrão

Janeiro 29, 2020

N´A Primeira Vez, o leitor é confrontado com um tema transversal da Literatura Portuguesa: o amor. Aqui, com um cunho de modernidade.
José Morais guia-nos numa viagem física, através do protagonista. Porém, esta também é pretexto para uma viagem interior, pautada pelo contínuo sobressalto da descoberta de si próprio e do outro.
Um triângulo amoroso, diálogos vivos, visualismo e suspense são alguns dos condimentos que tornam esta obra imperdível.

Edmundo Reis

Fevereiro 4, 2020

Romance envolvente , com a trama que nós trama dos Amores desencontrados , das vicissitudes da vida sempre em construção, que por vezes nos encobre de dúvidas. A discrição de Cascais com toda a sua envolvência e através dela o regresso á adolescência. Simples e arrebatador romance.Adorei

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