Deslumbrada no verde, embalada no ar quente e húmido, no momento em que trespassou a porta do avião ao pisar o chão de África, em S. Tomé, começou a sentir-se viva.
Sozinha pela primeira vez de férias, com intenção de se recuperar fisicamente, descansando entre o mar ea floresta ― pensou «Monótono».
Em nenhum dos seus romances e poemas, jamais elaboraria a história e as experiências que ali viveu. Perseguia emoções. Um instante é muito pouco para viver, mas o sonho não tem tempo.
Foi por quinze dias e ficou um mês. Ficaria para sempre se a realidade não a chamasse à razão. Razão que lhe despertou sentidos, justiças e injustiças que não se julgam porque o afecto e desafecto, maldade ou simplesmente falta de coragem, bloqueia a sociedade e condiciona aqueles que se amam incondicionalmente.
Um romance de verdades, lendas, sonhos e lutas!
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