Um país que emerge duma nobreza feudal, que atravessa o liberalismo e os valores republicanos desembocando na democracia.
Portugal é atravessado pela guerra em todas as colónias ultramarinas e, para isso, tem de mobilizar todos os seus mancebos.
A morte em combate de um dos protagonistas tem consequências familiares trágicas, onde o grito da revolta se transforma em mudez.
As sequelas daquela guerra, quer físicas quer psicológicas, vão destruir sonhos que só o amor impossível poderá resgatar.
A fuga a “salto” para o estrangeiro para não participar naquela guerra e o estatuto de clandestino, onde a subserviência se sobrepunha a tudo, são alguns dos desafios que as nossas personagens enfrentam.
É deste modo que o autor nos convida a observar as fragilidades da humanidade, sempre atento ao comportamento humano onde a esperança nunca morre.
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