Data da publicação: 10 Junho, 2025
Páginas: 168
Idioma: Português
ISBN: 9789895857876
Depósito legal: 544786/25
Género: Ficção Literária
Poderá ser a vida símile a um carrossel emocional?
Uma história sobre a vida, com as suas perdas e alegrias, capturando a essência da existência humana e de quem vive um vendaval de sentimentos e novas realidades, conhece novos rostos, outros desafios.
A saudade de regressar ao passado, sabendo que podemos perder o presente pelo caminho.
Poderemos encontrar na dor uma forma de liberdade? Quando a alma te aprisiona, consegues voltar a voar?
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
João Duarte –
Perante a inquietude da vida, o livro “Cartas a Margarida” (2025), de Sílvia Ribeiro Silva, eterniza o registo de vivências e afetos que não estão estagnados no tempo e integram um património comum a tantos de nós, enquanto leitores. Trata-se de uma obra que desafia o outro a ir ao encontro de saudosas memórias transversais à infância, adolescência, juventude ou vida adulta e que estão materializadas em papel.
Sílvia aparece como alguém que traduz realidades propícias ao encaminhamento do leitor para um processo de transfiguração em que se irá rever enquanto personagem do romance, independentemente da sua idiossincrasia.
Tendo em apreço este desiderato, o afeto assume uma ressignificação subjetiva que é caucionada artisticamente e que gera o ato criativo de cenas que fustigam o nosso saber de experiência feito.
A obra tem como “berço” uma infância feliz, num saudável contexto familiar primário. Do meu ponto de vista, a “qualidade” dessa mesma distante infância “mágica” tão bem retratada, será um robusto suporte de uma adolescência presenteada com vivacidade e paixão, concorrendo a posteriori para a valorização do amor próprio da personagem principal, em momentos de exigentes fases e recomeços na vida adulta e atenta as nossas consciências e opções de vida.
1 avaliação de Cartas a Margarida
João Duarte –
Perante a inquietude da vida, o livro “Cartas a Margarida” (2025), de Sílvia Ribeiro Silva, eterniza o registo de vivências e afetos que não estão estagnados no tempo e integram um património comum a tantos de nós, enquanto leitores. Trata-se de uma obra que desafia o outro a ir ao encontro de saudosas memórias transversais à infância, adolescência, juventude ou vida adulta e que estão materializadas em papel.
Sílvia aparece como alguém que traduz realidades propícias ao encaminhamento do leitor para um processo de transfiguração em que se irá rever enquanto personagem do romance, independentemente da sua idiossincrasia.
Tendo em apreço este desiderato, o afeto assume uma ressignificação subjetiva que é caucionada artisticamente e que gera o ato criativo de cenas que fustigam o nosso saber de experiência feito.
A obra tem como “berço” uma infância feliz, num saudável contexto familiar primário. Do meu ponto de vista, a “qualidade” dessa mesma distante infância “mágica” tão bem retratada, será um robusto suporte de uma adolescência presenteada com vivacidade e paixão, concorrendo a posteriori para a valorização do amor próprio da personagem principal, em momentos de exigentes fases e recomeços na vida adulta e atenta as nossas consciências e opções de vida.