Cleópatra – O Último Sopro

22,00

Dados da obra

Data da publicação: 10 Novembro, 2025

Páginas: 540

Idioma: Português

ISBN: 9789897901768

Depósito legal: 553528/25

Género:

Conheça um pouco da história

Sinopse

Durante a madrugada em Paris, sob o olhar impassível das câmaras do Louvre, um ladrão executa o roubo do século com precisão cirúrgica. Tudo corre como planeado… até que um deslize muda tudo. Na fuga, uma queda traiçoeira faz com que, das entranhas de uma estátua milenar, surja algo inimaginável: um papiro antigo, rasgado pelo impacto. Sem se aperceber, o ladrão leva consigo apenas metade do enigma. O museu apressa-se a encobrir o incidente, mas o segredo atrai um nome: Leonor dos Santos, historiadora brilhante e caçadora de verdades esquecidas. No fragmento que lhe chega às mãos, descobre indícios de uma chave para o paradeiro do túmulo de Cleópatra, a soberana que desafiou impérios e se fundiu em lenda. A investigação leva-a de Paris a São Petersburgo, de Londres ao Egito profundo. Mas, nas sombras, move-se o Francês, figura do mercado negro que possui a outra metade. História e ambição cruzam-se numa corrida onde o passado pode matar.

Conheça o autor

Paulo Eduardo Ribau Fidalgo é natural da Gafanha da Nazaré, distrito de Aveiro, território profundamente marcado pela Ria e pela riqueza da sua costa. Licenciado em Contabilidade, exerce funções numa autarquia. Viver próximo da praia dá-lhe não só o privilégio de contemplar o mar diariamente, como também a inspiração e o equilíbrio que nele encontra. Apaixonado pelo contacto com a natureza, dedica-se à prática de desporto ao ar livre, cultivando um estilo de vida saudável. Acima de tudo, é um leitor ávido, apaixonado pela descoberta de novos universos através dos livros. Talvez por isso, o passo em direção à escrita tenha surgido como uma consequência natural da sua relação com a literatura, uma aventura que, para si, faz todo o sentido. 

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Opinião de Leitores

2 Comentários

2 avaliações de Cleópatra – O Último Sopro

  1. Helena Leote

    Uma narrativa interessantíssima em que pesquisa arqueológica, conhecimento, fé e ambição se cruzam.
    É o primeiro livro deste autor português que, estou certa, singrará no meio editorial, dada a sua qualidade literária. Lembrei-me, ao longo da leitura, da obra As Minas de Salomão, de Ridder Haggard (com uma fabulosa tradução de Eça de Queirós). Encontrei, ainda, alguns pontos comuns com José Rodrigues dos Santos, embora este seja muito mais exaustivo no debitar de conhecimentos. Há também vestígios do Código Da Vinci, de Dan Brown… Mas devo dizer que Paulo Fidalgo os supera: descrições sinestésicas irrepreensíveis, rigor histórico e uma construção narrativa encadeada, que nos cativa desde o início.
    Para quem, como eu, aprecia mistérios, enigmas, factos mitológicos e clássicos…este é o livro aconselhável.
    Recomendo!

  2. José Silva

    A escrita é envolvente e cinematográfica. Consegui imaginar cada cenário, desde as ruas frias de Paris até às areias ardentes do Egito. Um livro impossível de largar!

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2 avaliações de Cleópatra – O Último Sopro

  1. Helena Leote

    Uma narrativa interessantíssima em que pesquisa arqueológica, conhecimento, fé e ambição se cruzam.
    É o primeiro livro deste autor português que, estou certa, singrará no meio editorial, dada a sua qualidade literária. Lembrei-me, ao longo da leitura, da obra As Minas de Salomão, de Ridder Haggard (com uma fabulosa tradução de Eça de Queirós). Encontrei, ainda, alguns pontos comuns com José Rodrigues dos Santos, embora este seja muito mais exaustivo no debitar de conhecimentos. Há também vestígios do Código Da Vinci, de Dan Brown… Mas devo dizer que Paulo Fidalgo os supera: descrições sinestésicas irrepreensíveis, rigor histórico e uma construção narrativa encadeada, que nos cativa desde o início.
    Para quem, como eu, aprecia mistérios, enigmas, factos mitológicos e clássicos…este é o livro aconselhável.
    Recomendo!

  2. José Silva

    A escrita é envolvente e cinematográfica. Consegui imaginar cada cenário, desde as ruas frias de Paris até às areias ardentes do Egito. Um livro impossível de largar!

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