Transformar as coisas em palavras, descobrir a forma de as tornar imortais. Que expludam todas as linguagens escondidas nos corpos e se derramem, em brasa. E que o poeta solitário, atento aos sinais da noite, à ânsia da folha de papel, comece a escrever.
Um poema não se cria, surge quando quer, e rasga as palavras, corrói, amansa, salta verde, como um potro, que nasceu de madrugada.
Helena de Figueiredo nasceu a 9 de março de 1959, numa pequena aldeia do concelho de Carregal do Sal, distrito de Viseu, Portugal. Licenciada em Educação de Infância, exerce serviço docente nessa área, desde 1981. As crianças são uma das suas grandes paixões. Escrever, é outra. E é num ato misterioso, imprevisível, mágico, que escreve, sempre escreve. Já editou textos e poemas em sites e revistas digitais e num blogue da sua autoria. Plantou árvores, teve dois filhos, faltava-lhe publicar um livro. Ei-lo que chega, agora, pela mão da Cordel D´Prata.
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