“A razão pela qual escrevemos, é para manter vivas as pessoas que amamos.” Não sei de quem é a autoria desta frase, mas bem pode servir de mote para esta leitura, totalmente desaconselhada a quem não se sente bem a amar incessantemente e de forma totalmente desinteressada.
É um livro com uma utopia, que só o é porque o ser-humano insiste no equívoco de viver mais para si próprio e menos para os outros. Este livro é isso, o desassossego de quem quer mais para o próximo e menos para a sua pessoa.
O Amor simples e verdadeiro com alguns traços de humor suave. As raízes e como as devemos tratar.
José Carlos Ferreira nasceu a 16 de janeiro de 1965, na cidade de Ermesinde. A sua grande paixão sempre foi a rádio, onde há mais de 40 anos se iniciou. O gosto pela leitura sempre despertou o interesse pela escrita, tendo publicado alguns textos em jornais locais. Gosta de poesia, tendo editado “Silêncio, Amor e Rimas” e em 2022 editou com a Cordel D’ Prata o primeiro romance “Todos Crioulos ou como sorrir em tempo de isolamento”. Iniciou a vida laboral com apenas 14 anos, assumindo na escrita a condição de autodidata.
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