E se todos nós, os que respiramos, sofrêssemos de uma doença que nos torna eternamente respiráveis?
É nessa utopia que nasce um Manifesto Poético, que se baseia nas várias fazes da vida de um ser humano, partindo do princípio que este carrega uma doença: A Doença da Árvore.
Na ideologia da substituição da morte, pela fixação de uma árvore ao solo. Árvore essa que se resume ao próprio ser humano, que ao longo da vida irá adquirir características de uma árvore, viver as suas escolhas e sentir os sentimentos mais puros até ao dia do seu fado, o dia em que se transforma numa árvore permanente e vive na eternidade da Natureza.
A ideia da vida eterna nunca esteve tão perto.
“A parábola de uma vida humana mistura-se com a parábola de uma vida vegetal, as duas fundem-se, entrelaçam-se, prolongando-se uma na outra numa contínua metamorfose poética (…)”
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