Inicia a Tétrade da Guerra Colonial. E imaginiconta, no período de meados de 1972 ao primeiro trimestre de 1973, as atribulações do personalimagem alentejano, Guito, enquanto aprendiz de soldado e de bombista encartado, por cidades do Oeste — Caldas da Rainha e Tomar — e do Sul — Tavira — do país-prisão, o Portugal da ditadura do Estado Novo. Porém, aliviadas por uma algarvia, moira-judia, com quem esteve prestes a receber as Shevah Brachot — Sete Bênçãos — do matrimónio judaico, não fora a tragédia do seu falecimento num acidente.
Refere, ainda, as controvérsias entre o Guito e o amigo inconveniente, Sali — também transtagano —, e a troca — como oferecida madrinha de guerra — de cartas, de solidão e solidariedade, nas quais debatem temas existenciais e políticos, tendo o primeiro como destino o combate numa das frentes.
Outrossim, por todo o texto perpassa o Alentejo telúrico e urbano, em particular a Évora daquele tempo.
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