O que acontece quando sentimos que não somos aceites pelo nosso verdadeiro eu?
E quando seguimos um destino que não nos parece nosso?
E quando perdemos quem amamos?
Ao longo dos versos de O meu direito de ser, uma mulher enfrenta as memórias de eventos da sua vida. As suas vivências de bullying, amor, rejeição, doença, morte e perda gestacional colocam em causa a perceção que tem de si própria e do caminho escolhido. Um luto, colorido pelo antigo conflito em aceitar a sua herança, emerge e conjuga-se com a necessidade de empatia, perseverança e resiliência. Rumar à evolução sempre foi o objetivo, mas, numa sociedade que é um novelo inseparável, conseguirá esta mulher alcançar o estado evolutivo a que aspira?
Avaliações
Ainda não existem avaliações.