A Papoila andava preocupada, pensativa e descontente com o bicho-homem e de como este se foi esquecendo de semear árvores, plantas e flores na construção e crescimento de muitas das suas cidades, ignorando a importância da natureza na qualidade de vida das pessoas que aí vivem e viverão.
Resolveu, então, convocar uma grande e alargada reunião de flores, que vieram de todos e muitos lados para falarem e trocarem ideias, tentando arranjar maneira de sensibilizar o ser humano para este problema.
Estudou Arquitetura. Vive em Tomar onde é professor de Artes Visuais. Desde muito novo que se interessa pelo imaginário do “Era uma vez…” e do “Faz de conta…” nas várias áreas da criação artística. Tem publicação dispersa como autor de canções para os mais novos, para além de canções para teatro. Publicou em 2020 o livro infantojuvenil BALUFE BALAI – para os amigos Mimi Baleia. Esta Papoila foi escrita há 40 anos e estava esquecida no fundo da gaveta.
Avaliações
Ainda não existem avaliações.