Data da publicação: 30 Março, 2026
Páginas: 100
Idioma: Português
ISBN: 9789897904615
Depósito legal: 560419/26
Género: Poesia
Plenitude em Rompante Desenvolvimento não é mais uma coleção poética.
É um manifesto ao quase.
É uma conquista do movimento que atravessa a tempestuosa sensação de estagnância na vida. São poemas onde a sensitividade se expressa. Sem temores nem incertezas. Onde a realidade é posta em causa pela vontade própria do mundano. Onde tudo é transcrito, da coloquialidade até à loucura.
Ímpeto intenso, que se traduz numa substância viscosa, que caracteriza a cólera, o amor e a falta dele. Tudo revolve nestes temas, onde a máxima das máximas, o suprassumo, o sofrimento-mor é a consquista, é a vontade de ter e a realidade de parecer. É a angústia dos vivos, em comparação à quietude dos mortos. O movimento de alcance seguido da queda, queda esta, em declínio pleno, abismo colossal…
É um convite ao sentir. Sentir as emoções que levaram a estes poemas a existir. Abra o seu coração, permitindo as mesmas reações químicas percorrê-lo.
Então sinta.
Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.
Pode nos contactar através do número 211 976 670.
Sandra Alves –
Livro encantador!
Considero importante, com o crescimento da IA, a resistência da juventude nesta área das letras.
O Martim tem muito por onde crescer, mas sei que irá ter uma obra fecunda.
Achei curioso ler algumas das críticas feitas a este livro. Embora seja natural que cada leitor tenha expectativas diferentes, parece-me que parte da avaliação resulta mais de uma preferência pessoal por uma estrutura tradicional do que de falhas efetivas da obra.
A alternância entre poemas, textos e frases curtas parece ser uma escolha deliberada do autor, e não necessariamente um problema de organização. Da mesma forma, o uso de vocabulário mais elaborado pode não agradar a todos os leitores, mas isso não significa que esteja a ser utilizado sem propósito, quiçá com um propósito, que devido ao hermetismo do autor, não seja bem compreendido por leitores ocasionais.
Agradavelmente surpreendente,
Como disse Pessoa, na forma do estóico Ricardo Reis:
“Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias”.
Tudo de bom, Martim.
Mateus Lusíadas –
Li este livro e achei que tem alguns problemas, por exemplo, os créditos deixaram a desejar, podiam estar bem mais feitos e específicos tendo em conta o número limitado de páginas. Segundo, o livro não está nada organizado, de novo, o livro só tem 100 páginas e achei que o conteúdo poderia estar melhor conectado, vamos de um poema, para um texto, para uma frase, podia estar melhor neste sentido.
Terceiro, existe uma grande utilização de palavras caras que acabam por não fazer sentido e parece que estão a ser usadas sem sentido ou conexão, para um livro 100 páginas e de 15€ mais os portes, estava à espera de mais
Antónia Saramago –
Não conheço o autor, porém surpreendo-me que um jovem aborda estes temas, levando-nos à reflexão pessoal.
Muitos parabéns, Martim, continua!
Miguel Ferreira –
Uma obra profundamente inquietante, densa e emocionalmente visceral. “Plenitude em Rompante Desenvolvimento” não procura agradar nem facilitar a leitura, mas sim sentir em excesso, pensar em excesso e arrastar o leitor para dentro desse turbilhão existencial. E é precisamente aí que reside a sua força.
A escrita é intensamente poética, carregada de simbolismo, filosofia e imagens quase febris, criando uma atmosfera sufocante que faz lembrar certas correntes do existencialismo e da prosa introspectiva moderna. Há momentos em que o texto parece mais um fluxo de consciência emocional do que literatura convencional, e isto dá-lhe uma identidade muito própria.
O autor demonstra uma ambição rara: escrever sem medo do abstrato, da melancolia, da metafísica ou da vulnerabilidade. Nem todos os leitores irão entrar nesta frequência, e talvez esse seja o ponto. Este não é um livro feito para consumo rápido ou validação fácil; é um livro para ser absorvido lentamente, sentido e relido.
Imperfeito? Talvez. Mas profundamente vivo. E, numa era de escrita formatada e previsível, isso vale muito.
Nídia Piza –
Este livro transporta-nos para um lugar profundo. Não é para ser lido de forma seguida nem desatenta. É preciso sentir cada palavra, cada detalhe. Uma leitura marcante que fica, para sempre, na nossa memória. É tão bom perceber que a literatura portuguesa continua viva e que há jovens que se dedicam a ela de forma intensa.
João Saramago –
Este é o tipo de livro que foi colocado num pedestal pela crítica e pelo público, quase como se fosse obrigatório considerá-lo uma obra-prima. Quem não entra nesse entusiasmo coletivo acaba por sentir que falhou em perceber alguma grande genialidade escondida. Mas, no meu caso, aconteceu precisamente o oposto.
Consigo reconhecer o esforço do autor em criar algo sofisticado e intelectualmente ambicioso. O problema é que, muitas vezes, essa sofisticação parece mais uma tentativa de impressionar do que de realmente transmitir algo profundo. O livro apresenta ideias complicadas, linguagem elaborada e simbolismos constantes, mas tudo isso acaba por soar vazio.
João Saramago –
Este é daqueles livros que parecem ter ganho um estatuto quase intocável no imaginário coletivo. É constantemente descrito como “profundo”, “genial” ou “transformador”, e quem não partilha desse entusiasmo quase sente que leu a obra errada. No entanto, a minha experiência foi exatamente o contrário.
Reconheço a intenção ambiciosa do autor e percebo o cuidado estilístico presente na escrita, mas, para mim, o livro sofre de um problema fundamental: confunde complexidade com profundidade. Há uma enorme preocupação em parecer intelectual, simbólico e sofisticado, mas pouca substância emocional ou narrativa que sustente todo esse aparato.
Jéssica Duarte –
Genuinamente um dos livros de poesia mais lindos que eu já li. Boa sorte na tua jornada Martim, isto é só o começo!
Jéssica Duarte –
Genuinamente um dos livros de poesia mais lindos que já li. O autor consegue dizer por poucas palavras um turbilhão de sentimentos, coisa que muitos não conseguem, e eu acho isso um talento natural que poucos têm. Boa sorte na tua jornada Martim! Isto é só o começo!
Hannah –
Achei um livro muito bonito e bem escrito!
Joaquina Santos –
Uma obra intensa, ousada e profundamente marcante
“Plenitude em Rompante Desenvolvimento” é um daqueles livros que não se lê apenas, sente-se. Desde as primeiras páginas, somos mergulhados numa escrita carregada de emoção, reflexão e uma maturidade surpreendente, que nos faz questionar o mundo, a vida e, sobretudo, a nós próprios.
Martim Évora Campos apresenta-nos uma coletânea de textos que oscilam entre a poesia e a prosa filosófica, sempre com uma identidade muito própria. Há uma coragem rara na forma como aborda temas como a solidão, a morte, o amor e a complexidade da existência humana. Não há filtros, apenas pensamento cru, intenso e genuíno.
Destaco particularmente a riqueza das metáforas e a capacidade de transformar conceitos abstratos em imagens vívidas e memoráveis. Cada texto convida à pausa, à reflexão e à introspeção. Não é um livro para ser consumido rapidamente, mas sim saboreado com tempo.
Mais do que uma leitura, esta obra é uma experiência. É o início de uma voz literária que promete crescer e deixar marca na literatura contemporânea portuguesa.
Recomendo vivamente a todos os que procuram algo diferente, profundo e autêntico.
Joaquina Santos
11 avaliações de Plenitude em rompante desenvolvimento
Sandra Alves –
Livro encantador!
Considero importante, com o crescimento da IA, a resistência da juventude nesta área das letras.
O Martim tem muito por onde crescer, mas sei que irá ter uma obra fecunda.
Achei curioso ler algumas das críticas feitas a este livro. Embora seja natural que cada leitor tenha expectativas diferentes, parece-me que parte da avaliação resulta mais de uma preferência pessoal por uma estrutura tradicional do que de falhas efetivas da obra.
A alternância entre poemas, textos e frases curtas parece ser uma escolha deliberada do autor, e não necessariamente um problema de organização. Da mesma forma, o uso de vocabulário mais elaborado pode não agradar a todos os leitores, mas isso não significa que esteja a ser utilizado sem propósito, quiçá com um propósito, que devido ao hermetismo do autor, não seja bem compreendido por leitores ocasionais.
Agradavelmente surpreendente,
Como disse Pessoa, na forma do estóico Ricardo Reis:
“Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias”.
Tudo de bom, Martim.
Mateus Lusíadas –
Li este livro e achei que tem alguns problemas, por exemplo, os créditos deixaram a desejar, podiam estar bem mais feitos e específicos tendo em conta o número limitado de páginas. Segundo, o livro não está nada organizado, de novo, o livro só tem 100 páginas e achei que o conteúdo poderia estar melhor conectado, vamos de um poema, para um texto, para uma frase, podia estar melhor neste sentido.
Terceiro, existe uma grande utilização de palavras caras que acabam por não fazer sentido e parece que estão a ser usadas sem sentido ou conexão, para um livro 100 páginas e de 15€ mais os portes, estava à espera de mais
Antónia Saramago –
Não conheço o autor, porém surpreendo-me que um jovem aborda estes temas, levando-nos à reflexão pessoal.
Muitos parabéns, Martim, continua!
Miguel Ferreira –
Uma obra profundamente inquietante, densa e emocionalmente visceral. “Plenitude em Rompante Desenvolvimento” não procura agradar nem facilitar a leitura, mas sim sentir em excesso, pensar em excesso e arrastar o leitor para dentro desse turbilhão existencial. E é precisamente aí que reside a sua força.
A escrita é intensamente poética, carregada de simbolismo, filosofia e imagens quase febris, criando uma atmosfera sufocante que faz lembrar certas correntes do existencialismo e da prosa introspectiva moderna. Há momentos em que o texto parece mais um fluxo de consciência emocional do que literatura convencional, e isto dá-lhe uma identidade muito própria.
O autor demonstra uma ambição rara: escrever sem medo do abstrato, da melancolia, da metafísica ou da vulnerabilidade. Nem todos os leitores irão entrar nesta frequência, e talvez esse seja o ponto. Este não é um livro feito para consumo rápido ou validação fácil; é um livro para ser absorvido lentamente, sentido e relido.
Imperfeito? Talvez. Mas profundamente vivo. E, numa era de escrita formatada e previsível, isso vale muito.
Nídia Piza –
Este livro transporta-nos para um lugar profundo. Não é para ser lido de forma seguida nem desatenta. É preciso sentir cada palavra, cada detalhe. Uma leitura marcante que fica, para sempre, na nossa memória. É tão bom perceber que a literatura portuguesa continua viva e que há jovens que se dedicam a ela de forma intensa.
João Saramago –
Este é o tipo de livro que foi colocado num pedestal pela crítica e pelo público, quase como se fosse obrigatório considerá-lo uma obra-prima. Quem não entra nesse entusiasmo coletivo acaba por sentir que falhou em perceber alguma grande genialidade escondida. Mas, no meu caso, aconteceu precisamente o oposto.
Consigo reconhecer o esforço do autor em criar algo sofisticado e intelectualmente ambicioso. O problema é que, muitas vezes, essa sofisticação parece mais uma tentativa de impressionar do que de realmente transmitir algo profundo. O livro apresenta ideias complicadas, linguagem elaborada e simbolismos constantes, mas tudo isso acaba por soar vazio.
João Saramago –
Este é daqueles livros que parecem ter ganho um estatuto quase intocável no imaginário coletivo. É constantemente descrito como “profundo”, “genial” ou “transformador”, e quem não partilha desse entusiasmo quase sente que leu a obra errada. No entanto, a minha experiência foi exatamente o contrário.
Reconheço a intenção ambiciosa do autor e percebo o cuidado estilístico presente na escrita, mas, para mim, o livro sofre de um problema fundamental: confunde complexidade com profundidade. Há uma enorme preocupação em parecer intelectual, simbólico e sofisticado, mas pouca substância emocional ou narrativa que sustente todo esse aparato.
Jéssica Duarte –
Genuinamente um dos livros de poesia mais lindos que eu já li. Boa sorte na tua jornada Martim, isto é só o começo!
Jéssica Duarte –
Genuinamente um dos livros de poesia mais lindos que já li. O autor consegue dizer por poucas palavras um turbilhão de sentimentos, coisa que muitos não conseguem, e eu acho isso um talento natural que poucos têm. Boa sorte na tua jornada Martim! Isto é só o começo!
Hannah –
Achei um livro muito bonito e bem escrito!
Joaquina Santos –
Uma obra intensa, ousada e profundamente marcante
“Plenitude em Rompante Desenvolvimento” é um daqueles livros que não se lê apenas, sente-se. Desde as primeiras páginas, somos mergulhados numa escrita carregada de emoção, reflexão e uma maturidade surpreendente, que nos faz questionar o mundo, a vida e, sobretudo, a nós próprios.
Martim Évora Campos apresenta-nos uma coletânea de textos que oscilam entre a poesia e a prosa filosófica, sempre com uma identidade muito própria. Há uma coragem rara na forma como aborda temas como a solidão, a morte, o amor e a complexidade da existência humana. Não há filtros, apenas pensamento cru, intenso e genuíno.
Destaco particularmente a riqueza das metáforas e a capacidade de transformar conceitos abstratos em imagens vívidas e memoráveis. Cada texto convida à pausa, à reflexão e à introspeção. Não é um livro para ser consumido rapidamente, mas sim saboreado com tempo.
Mais do que uma leitura, esta obra é uma experiência. É o início de uma voz literária que promete crescer e deixar marca na literatura contemporânea portuguesa.
Recomendo vivamente a todos os que procuram algo diferente, profundo e autêntico.
Joaquina Santos