Sete décadas são um longo percurso. Conheceu-se e reconheceu-se em tantas faces e situações. Viveu em tantos lugares dessa Europa, saltimbanco de emoções, saudoso de Portugal. Do jornalismo, às relações-públicas, passou pelo direito, os vinhos italianos e os riscos do empreendedorismo. Depois aterrou na pintura a óleo, passo essencial para se encontrar na forma, cor e agora na prosa. A arte é que nos faz humanos. Ao humano dedica toda a sua energia, ao criar “retratos” de quimeras. Bem hajam.
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