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    Quando Vence o Amor

Quando Vence o Amor

Quando Vence o Amor é um romance de acção e paixão, estruturado a partir de duas histórias interdependentes. Com a morte de Camila, o escritor Cláudio do Monte sente que vive para morrer, para o reencontro com a sua amada esposa. Enclausurado no seu quarto, começa a escrever a sua última e derradeira novela, a sua autobiografia, que pretende publicar sob pseudónimo, tal é o fundo trágico que a mesma condensa. ​​​​​​Este romance conduz o leitor pelo tempo de luto que vive Cláudio com a sua família, ao mesmo tempo que o isola na sua própria novela. Mas esta autobiografia esconde um segredo. E será Marina, a nora do escritor, que o desvelará. Que irá ela descobrir? O inumano, claro! E, descobrindo-o, que fará? Eis as terríveis questões que farão desenvolver a existência temporal das personagens desta novela.

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SINOPSE

Quando vence o amor é um romance de acção, paixão e pensamento, estruturado a partir de duas histórias interdependentes. A história principal começa com a morte de Camila (ou Maria Ofélia), a esposa do escritor Cláudio do Monte (ou Óscar de Sant’ana). Com a morte da sua companheira de alma, Cláudio sente que vive para morrer, para o reencontro com a sua amada esposa. Por isso, terminadas as cerimónias fúnebres, enclausura-se no seu quarto-escritório e começa a escrever a sua última e derradeira novela, a sua autobiografia, que pretende publicar sob pseudónimo, no anonimato portanto, tal é o fundo trágico que a mesma condensa. Estamos, pois, perante duas histórias: (1) a história que Cláudio mantém com a sua família durante o tempo de luto e que culmina com a sua própria morte, e (2) a história da sua novela autobiográfica. Para além de todos os aspectos que lhe são inerentes, os jogos tradicionais que o avô joga com os netos, as histórias divertidas e irreverentes que o mesmo lhes conta e os diálogos profundos sobre o sentido último da vida que mantém com o seu filho Renato (ou Gabriel), há na presente novela um espectro sexual que alimenta e mantém as suas histórias. Marina, a nora do escritor, e esposa de Renato, fica cismada com a necessidade de o mesmo se isolar para escrever naquele tempo de luto. E ela, que não admirava a falecida sogra nem o próprio sogro, que a sustenta com o fruto do seu trabalho, irá, durante a noite, à luz de uma pequena candeia, assaltar o segredo que o mesmo que silenciar, revelando-o. Que irá ela descobrir? O inumano, claro! E, descobrindo-o, que irá fazer? Eis as terríveis questões que fazem desenvolver a existência das personagens desta novela. Acreditando no dever de fazer inteligível a minha motivação como escritor, ofereço-lhe o tópico para compreender a novela em análise: Cláudio (ou Óscar), Camila (ou Maria Ofélia), Renato (ou Gabriel), Marina (a nora), Alexandra (a neta) e Carlitos (o neto), não devem ser lidos como pessoas ou personagens isoladas, mas sim como expressões da uma única consciência. Para mim, enquanto autor, o eu, a subjectividade, a pessoa humana, estabelece-se na conjugação de todos os traços existenciais e psicológicos que caracterizam as referidas personagens (a ausência de desejo sexual e a sobreexcitação, a “mátria” e a “pátria”, a bondade e a maldade, etc.). O aspecto vernáculo do vocabulário mental de Marina é um desejo consciente de fazer da personagem um espelho fiel da existência humana. Sendo um autor existencialista, só a fidelidade à vida me interessa. Cordialmente, Emanuel Maroco

Data da publicação: 29 Agosto, 2019

Páginas: 346

Idioma: Português

ISBN: 978-989-54535-7-3

Depósito legal: 460466/19

Peso: 481 g

CONHEÇA UM EXCERTO DO LIVRO

SOBRE O AUTOR

Nascido no ano de 1977, em Portugal, desde muito cedo se apaixonou pelo mundo do pensamento e da literatura. Interessado nas formulações teóricas dos grandes pensadores ocidentais, notou no decurso da sua formação intelectual que na literatura, na narração poética de personagens ficcionais, se encontrava a grande filosofia, a que substitui os estéreis e vazios conceitos teóricos pela existência palpitante de vida de cada personagem novelesca. É licenciado em Humanidades pela Universidade de Coimbra e doutor, na mesma área de conhecimento, pela Universidade de Salamanca. Publicou, em continuidade com os seus estudos de doutoramento, três dezenas de artigos sobre filosofia e educação nas mais prestigiadas revistas científicas Ibero-americanas. Sendo o português a sua pátria espiritual, percebe em cada pronúncia de todos e cada um dos povos lusófonos uma forma peculiar de ser-se português, cujas matizações espirituais dão riqueza à pátria comum a todos, que é a língua portuguesa.

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