Química das Palavras

15,00

Dados da obra

Data da publicação: 15 Dezembro, 2023

Páginas: 182

Idioma: Português

ISBN: 9789895727865

Depósito legal: 521929/23

Género:

Conheça um pouco da história

Sinopse

Este livro reflete sobre a experiência de textos onde tento expor ideias e pensamentos sensoriais das partes mais escondidas da mente, resultando neste aglomerado de palavras, onde o leitor poderá alcançar uma melhor compreensão do seu conteúdo e de si mesmo.

O leitor encontrará ainda poemas e aforismos que rivalizam com a sua própria existência.

Fascinado pelo oculto e pelo mistério, o autor revela-se nas páginas seguintes deste livro heterogéneo e surpreendentemente fascinante.

Conheça o autor

Descubra

Opinião de Leitores

1 Comentários

1 avaliação de Química das Palavras

  1. Joaquim Sousa

    Química das Palavras — Uma escrita que procura iluminar a experiência
    Há livros que contam histórias e há livros que convidam o leitor a olhar para dentro de si. Química das Palavras parece pertencer claramente à segunda categoria. Logo na nota prévia, Joaquim de Almeida apresenta a obra não como um conjunto de respostas, mas como um espaço de reflexão, onde as palavras funcionam como catalisadores de consciência.
    A referência à continuação de Ode ao Caos e às Reflexões revela uma intenção de construir um percurso literário coerente, quase como se cada livro representasse uma etapa de uma mesma viagem interior. Não há aqui a preocupação em agradar a todos os leitores. Pelo contrário, o autor assume desde o início que a obra exige disponibilidade para pensar, sentir e contemplar.
    A linguagem é direta, sem excessos ornamentais, mas transporta uma evidente dimensão filosófica. A expressão “Chama da vida” resume bem o universo do autor: uma escrita que procura despertar aquilo que, por vezes, permanece adormecido em cada um de nós. Não pretende ensinar; pretende provocar reflexão.
    A nota prévia deixa também perceber uma ambição interessante: transformar experiências sensoriais, pensamentos e ideias num “aglomerado de palavras”. Essa escolha é feliz porque reconhece que a linguagem nunca reproduz totalmente a experiência humana; apenas se aproxima dela. Existe aqui uma consciência dos limites da escrita que acaba por lhe conferir autenticidade.
    Se há um aspeto que poderia ser mais desenvolvido, seria precisamente esta introdução. A nota é breve e desperta curiosidade, mas deixa em aberto algumas questões sobre o percurso que o leitor irá encontrar. Um desenvolvimento ligeiramente maior poderia criar uma ligação emocional ainda mais forte antes do início da obra.
    Ainda assim, a primeira impressão é a de um livro que não procura seguir tendências nem fórmulas comerciais. Parece assumir-se como um exercício de pensamento, contemplação e procura interior, dirigido a leitores que encontram prazer em parar, refletir e deixar que as palavras continuem a ecoar muito depois de fecharem o livro.
    Mais do que um título sobre palavras, Química das Palavras sugere ser uma tentativa de compreender aquilo que acontece quando uma ideia encontra um leitor no momento certo: uma reação invisível, íntima e profundamente humana.

Adicionar uma avaliação

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Somos a editora certa?

Mais do que nós dizermos, é ver por si. Saiba mais aqui.

Precisa de ajuda?

Pode nos contactar através do número ‭211 976 670‬.

Procurar

Partilhe a sua opinião

1 avaliação de Química das Palavras

  1. Joaquim Sousa

    Química das Palavras — Uma escrita que procura iluminar a experiência
    Há livros que contam histórias e há livros que convidam o leitor a olhar para dentro de si. Química das Palavras parece pertencer claramente à segunda categoria. Logo na nota prévia, Joaquim de Almeida apresenta a obra não como um conjunto de respostas, mas como um espaço de reflexão, onde as palavras funcionam como catalisadores de consciência.
    A referência à continuação de Ode ao Caos e às Reflexões revela uma intenção de construir um percurso literário coerente, quase como se cada livro representasse uma etapa de uma mesma viagem interior. Não há aqui a preocupação em agradar a todos os leitores. Pelo contrário, o autor assume desde o início que a obra exige disponibilidade para pensar, sentir e contemplar.
    A linguagem é direta, sem excessos ornamentais, mas transporta uma evidente dimensão filosófica. A expressão “Chama da vida” resume bem o universo do autor: uma escrita que procura despertar aquilo que, por vezes, permanece adormecido em cada um de nós. Não pretende ensinar; pretende provocar reflexão.
    A nota prévia deixa também perceber uma ambição interessante: transformar experiências sensoriais, pensamentos e ideias num “aglomerado de palavras”. Essa escolha é feliz porque reconhece que a linguagem nunca reproduz totalmente a experiência humana; apenas se aproxima dela. Existe aqui uma consciência dos limites da escrita que acaba por lhe conferir autenticidade.
    Se há um aspeto que poderia ser mais desenvolvido, seria precisamente esta introdução. A nota é breve e desperta curiosidade, mas deixa em aberto algumas questões sobre o percurso que o leitor irá encontrar. Um desenvolvimento ligeiramente maior poderia criar uma ligação emocional ainda mais forte antes do início da obra.
    Ainda assim, a primeira impressão é a de um livro que não procura seguir tendências nem fórmulas comerciais. Parece assumir-se como um exercício de pensamento, contemplação e procura interior, dirigido a leitores que encontram prazer em parar, refletir e deixar que as palavras continuem a ecoar muito depois de fecharem o livro.
    Mais do que um título sobre palavras, Química das Palavras sugere ser uma tentativa de compreender aquilo que acontece quando uma ideia encontra um leitor no momento certo: uma reação invisível, íntima e profundamente humana.

Adicionar uma avaliação

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *