Reflexos

Dados da obra

Data da publicação: 30 Abril, 2023

Páginas: 446

Idioma: Português

ISBN: 9789899148222

Depósito legal: 512051/23

Conheça um pouco da história

Sinopse

Uma vila no Norte da Escandinávia é assolada por uma misteriosa doença psíquica que causa o desaparecimento do verdadeiro reflexo dos doentes e inflige uma vaga de suicídios sem precedentes. Niklas, um jornalista local, inicia uma reportagem sobre o assunto, até também ser internado no hospital psiquiátrico com centenas de outros habitantes da vila. A reportagem e os diálogos entre os pacientes tornam-se sombrios e profundos, transportando o leitor para complexas reflexões metafísicas sobre o ser, a vida, a fé, as possibilidades e a morte – a derradeira e mais autêntica das possibilidades do Homem, como Heidegger escreveu. E, quando a esperança entre os pacientes se começa a extinguir, eis que surge uma criança que afirma conhecer a causa da doença e que a explicação lhes será dada no final de uma viagem aos confins da Escandinávia.

Conheça o autor

Nuno Berberan nasceu em Oeiras, em 1985, onde viveu até 2009, altura em que se mudou para Gotemburgo, na Suécia, onde vive atualmente. Nuno iniciou o seu percurso académico na área de Gestão, que foi repartido pela licenciatura na Universidade Nova de Lisboa e por dois mestrados na Universidade de Umeå e posteriormente na de Gotemburgo. Após iniciar uma licenciatura em Filosofia na Suécia, foi influenciado pelas obras de Heidegger, Deleuze e David Lewis, que serviram de inspiração para escrever o seu primeiro livro de ficção, Reflexos.

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Opinião de Leitores

2 Comentários

2 avaliações de Reflexos

  1. Rosa Marrafa

    Uma história envolvente.
    Transporta-nos para campos interessantes sobre nós, e o nosso reflexo; a nossa realidade.
    O que somos e que julgamos ser.
    Seremos nós, quando nos olhamos, quando nos vemos?

  2. José Ramalho

    Uma história bela, bem construída e bem escrita, com laivos de fábula e de thriller filosófico.
    Os pensamentos e diálogos das personagens conduzem-nos através de acontecimentos enigmáticos e misteriosos, com reflexões filosóficas e metafísicas sobre a finitude humana, a fé e a religião, a ausência e a presença, a identidade, o tempo. E, sobretudo, as possibilidades e as escolhas: o Homem perante as suas escolhas, passadas, presentes e futuras – o questionamento, o arrependimento, a dúvida, a aceitação.
    A par das reflexões, ao longo de todo o texto perpassam os reflexos – dos espelhos, da água, dos lagos, dos olhos – que dão o título à história e têm como pano de fundo o inverno nórdico, com a sua poesia melancólica, o silêncio e o frio das paisagens.
    Um final com diferentes interpretações possíveis, como as diferentes possibilidades e escolhas nas encruzilhadas da vida, com reminiscências do labirinto de “O jardim dos caminhos que se bifurcam”, de Jorge Luis Borges.
    Um livro que merece ser lido.

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2 avaliações de Reflexos

  1. Rosa Marrafa

    Uma história envolvente.
    Transporta-nos para campos interessantes sobre nós, e o nosso reflexo; a nossa realidade.
    O que somos e que julgamos ser.
    Seremos nós, quando nos olhamos, quando nos vemos?

  2. José Ramalho

    Uma história bela, bem construída e bem escrita, com laivos de fábula e de thriller filosófico.
    Os pensamentos e diálogos das personagens conduzem-nos através de acontecimentos enigmáticos e misteriosos, com reflexões filosóficas e metafísicas sobre a finitude humana, a fé e a religião, a ausência e a presença, a identidade, o tempo. E, sobretudo, as possibilidades e as escolhas: o Homem perante as suas escolhas, passadas, presentes e futuras – o questionamento, o arrependimento, a dúvida, a aceitação.
    A par das reflexões, ao longo de todo o texto perpassam os reflexos – dos espelhos, da água, dos lagos, dos olhos – que dão o título à história e têm como pano de fundo o inverno nórdico, com a sua poesia melancólica, o silêncio e o frio das paisagens.
    Um final com diferentes interpretações possíveis, como as diferentes possibilidades e escolhas nas encruzilhadas da vida, com reminiscências do labirinto de “O jardim dos caminhos que se bifurcam”, de Jorge Luis Borges.
    Um livro que merece ser lido.

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