Londres 2025 e a História de Elena em “Inferis”

No passado dia 30 de Janeiro uma obra rodeada de drama e romance teve lugar num lançamento em direto na Página de Facebook da Cordel D’ Prata. “Inferis” é um dos romances dramáticos que pretendem conquistar os leitores neste inicio de 2021!

Nós estivemos a falar com a Autora Andreia Pereira como forma de saber todas as novidades sobre esta obra.

O que acontece nesta Londres de “Inferis”?

A.P: A ação da obra passa-se em Illrest, Londres. A introdução da história e das suas personagens assume palco nessa mesma vila, com paisagens tão ou nada parecidas a uma atual Inglaterra. À primeira vista, Illrest parece nada mais nada menos do que uma vila, mas esconde um grande segredo à vista de todos aqueles que tencionam observar e não simplesmente olhar. As portas do submundo estão abertas a todos aqueles que gostam de viver na sombra da ignorância mas que não conseguem escapar aos enigmas da curiosidade. 

É-me aborrecido tentar seguir uma única linha de pensamento, em toda a honestidade, acho muito mais produtivo deixar que as ações das personagens guiem o rumo da história. Tudo pode acontecer.

Andreia Pereira

Onde surge a ideia para esta ficção?

A.P: Quando escrevo, nunca tenho uma ideia fixa. Nunca me foco em apenas uma ideia, mas sim deixo a história fluir à maneira a que vou escrevendo.

Quais foram as fontes de inspiração para este livro? 

A.P: Um vídeo no youtube sobre magia, estranhamente. A maneira como se usa a ilusão e tal se transforma em magia é fascinante, e ao deixar a minha mente escapar das suas restrições, pensei o quão divertido seria escrever e aprofundar esse fenómeno de uma maneira completamente diferente.

Autora Andreia Pereira

Qual é o escritor que mais admira e porque? 

A.p: Jane Austen e F.Scott Fitzgerald são os meus escritores de eleição. Não que seja exatamente fã, mas admiro a sua escrita individual. Admiro a Jane Austen devido à sua vida pessoal, à sua resiliência para com os dogmas da sua altura, por ser mulher, e como nunca se deixou rebaixar por outrem. E claro, ‘Pride and Prejudice’ (1813) é um excelente clássico.

   F.Scott Fitzgerald já assume uma posição diferente, pois a sua vida pessoal não me é interessante de todo. No entanto, a sua escrita sim, principalmente na sua obra ‘The Great Gatsby’ (1925). Admito ser um pouquinho obcecada – no sentido mais saudável da palavra – pelos eufemismos usados na obra e como acabam por assumir forma de presságios.

Reve-se na personalidade de Elena? 

 A.P: Não, de todo. A Elena é uma personagem aventureira e extremamente corajosa, ao contrário de mim. Por mais corajosa que seja, avalio sempre as consequências que as ações me podem trazer. Elena não se deixa prender por morais tão tradicionais, e apesar de se preocupar com o futuro, ela sabe que o importante é o presente e tudo o que se encontra à sua frente no momento.

Os livros são ilusões ou serão em alguma parte a vida de alguém?

 A.P: Penso que, qualquer individuo que tenha prazer em ler, tem uma vontade inconsumível de escapar à sua própria realidade. Tal individuo afoga-se na leitura e num mundo completamente diferente do seu, talvez muito mais entusiasmante e menos monótono. Para o escritor, é um trabalho de magia e o papel é o seu palco, podendo perder-se nas suas fantasias mais intimas e criar todo um novo universo. No entanto, todo o livro tem o toque pessoal do autor, podendo ser um pensamento, a um sentimento ou até mesmo uma personagem. Em conclusão, não poderá a vida de alguém fazer parte de uma ilusão descrita num livro, no final de contas?

Poderá visualizar o lançamento online através na nossa página de Facebook.

Capa da Obra: Inferis
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