Sorrir na Pandemia

A pandemia que nos vimos forçados a enfrentar no início deste ano não trouxe felicidade a ninguém. Eu, por exemplo, vi a pandemia adiar a publicação do meu livro e a apresentação deste. Outras pessoas foram afetadas de forma mais impactante, perdendo, infelizmente, um ente querido. No entanto, apesar das várias tristezas que a pandemia nos trouxe, todos nós procuramos formas de sorrir nesta pandemia, quer fosse através de livros, de programas, de diretos no Instagram, entre outras tantas coisas. Procuramos também passar o tempo, fazendo, por exemplo, pão ou exercício físico, isto porque nenhum de nós aprecia andar cabisbaixo, sem ter nada para fazer.

Agora que olho para trás e lembro-me de tudo o que vi e ouvi antes, durante e depois do confinamento constato que afinal não foi assim tão difícil sorrir naquela altura. Foi-nos possível ver pessoas com a criatividade a exceder os limites, usando, como máscara, cuecas e até um pedaço de uma couve (sempre disseram que os vegetais são bons para a saúde). Vimos também vizinhos de blocos de apartamentos a conviverem uns com os outros, talvez pela primeira vez desde que vivem lá. Tivemos ainda tempo para ver artistas musicais a darem concertos nas suas varandas, algo que, pelo menos no caso de José Malhoa, não correu bem como este esperava.

Mas apesar das distrações todas, houve sempre alguém cuja animação teve melhores dias. Nunca devemos esquecer o sofrimento passado pelos médicos, a nova realidade de ensino que os professores se viram forçados a enfrentar, etc. E até mesmo cada um de nós deve ter-se sentido desanimado por ter falta de liberdade, algo a que aprendemos a dar um valor ainda maior.

Por tudo isto, para ver se a sua animosidade fica em altas, deixo aqui um conselho de amigo ao estimado leitor deste artigo: para levar a vida com um sorriso de orelha a orelha, aconselho-o seriamente a encontrar maneiras bastante eficazes de andar de bem com a vida. Apesar de todos os problemas que possa estar a enfrentar, procure sempre levar a vida com ânimo e tente, sempre que possível, transmiti-lo aos outros também.

Por isso, aconselho seriamente a todos os que leem este artigo para comprarem o meu livro, de modo a poderem rir-se com as parvalheiras que escrevi entre os 13 e os 15 anos de idade. E sugiro o meu livro porquê? Isto porque, como sabemos bem, “Rir é o melhor remédio e não está sujeito a receita médica”.

Crónica de Simão Duarte – Autor da obra “Rir é o Melhor Remédio e Não Está Sujeito a Receita Médica”

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